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       YIDHRA       

Yidhra

 

Uma vez que Alyssa tornou-se Yidhra, ela é a própria encarnação da entidade lovecraftiana Yidhra: um organismo de mutação perpétua que não evolui por treinamento ou aprendizado, mas por necessidade existencial. Sua fisiologia existe porque Yidhra, por definição, não pode permanecer estática; ela se adapta, se reformula e se fortalece em resposta à realidade que a cerca, tornando-se um fenômeno biológico ativo dentro do cosmos.

 

Nível 1000: Estando no nível inicial de sua divindade, Yidhra já é possuidora de uma velocidade de combate é de 25% SOL e a de viagem 10% SOL, com potência de ataque e durabilidade em nível estelar mediano. Seu corpo é uma aberração lovecraftiana, e ao sofrer dano, sua biologia se desfaz e se recompõe simultaneamente a 30% SOL, substituindo tecidos, órgãos e estruturas por versões alteradas que reduzem drasticamente a eficácia da agressão recebida. Não é uma simples regeneração, mas uma resposta para a ocorrência, onde se obtém uma imunidade relacionada ao dano recebido, ainda que restrito para fenômenos físicos, além de habilidades físicas adaptativas breves, como ganho de elasticidade, aumento de rigidez, olhos capazes de enxergar no escuro e dentre outras. Essas imunidades persistem durante três dias em OFF, podendo acumular somente 3 adaptações através desta habilidade. Adquirem imunidade contra controle interno e controle da vida.

 

Nível 1100: Com a evolução de sua centelha divina, a velocidade de combate sobe para 26% SOL e a de viagem para 11% SOL, enquanto potência e durabilidade alcançam nível de grande estrela. O corpo de Yidhra inicia a reconstrução durante o próprio dano com uma adaptação que ocorre a 35% SOL, alterando densidade, elasticidade, peso e coesão molecular em tempo real. A adaptação passa a gerar habilidades físicas temporárias quanto aos atributos, como um aumento de sua força física base, aumento de durabilidade base ou aumento de um tipo de velocidade base que possua equivalente a escala do pode, levando em conta que a adaptação torna-se quase absoluta neste nível, tornando possível acumular até cinco adaptações através desta habilidade, com os efeitos persistindo durante sete dias em OFF. E por fim, por se tratar de uma entidade caótica, obtém imprevisibilidade.

 

Nível 1200: Neste ponto, a velocidade de combate atinge 27,5% SOL e a de viagem 12,5% SOL, mantendo potência e durabilidade em nível de grande estrela. Yidhra deixa de possuir uma forma biológica fixa, onde seu corpo pode se recompor a partir de estados líquidos, massas dispersas ou uma única célula pela sua velocidade de adaptação que ocorre em 40% SOL. Cada reconstrução concede imunidades físicas completas ao tipo de dano explorado anteriormente, enquanto manifesta capacidades físicas temporárias mais complexas, como locomoção não convencional, ancoragem no espaço físico ou manipulação interna de massa corporal. Os fundamentos de dano localizado tornam-se biologicamente irrelevantes, uma vez que Alyssa Yidhra se prova tão poderosa, até mesmo sua imunidade contra controle interno e controle da vida se tornando quase absoluta.

 

Nível 1300: Próximo ao auge, a fisiologia de Alyssa Yidhra se estabiliza como um sistema adaptativo cósmico contínuo. Sua velocidade de combate sobe para 29% SOL e a de viagem para 14% SOL, com potência e durabilidade em nível de sistema solar. Sua adaptação está em um nível onde se torna indistinguível de uma reconstrução, onde qualquer tentativa de destruição força uma reconstrução que incorpora o ataque como parâmetro estrutural permanente enquanto durar o conflito, uma vez que a adaptação ocorre também a 45% SOL. As imunidades físicas agora se manifestam em camadas simultâneas, e as habilidades adaptativas temporárias passam a incluir alterações macroscópicas do corpo, aumento massivo de escala, densidade gravitacional interna ou força proporcional ao ataque sofrido, conseguindo acumular até sete adaptações simultaneamente. Suas imunidades contra controle interno e controle da vida tornam-se absolutas e a sua imprevisibilidade se torna quase absoluta.

 

Nível 1400: No ápice, Alyssa Yidhra alcança 30% SOL de velocidade de combate e 15% SOL de velocidade de viagem, com potência de ataque e durabilidade em nível de múltiplos sistemas solares. Sua reconstrução adaptativa torna-se um feito absoluto, não ocorrendo em uma velocidade fixa, mas na velocidade de reação do usuário, tão poderosa que qualquer dano sofrido reescreve imediatamente sua biologia e vida em um nível atômico, em um estado onde a causa física da agressão não pode mais produzir efeito funcional, não mais possuindo limite quanto ao número de adaptações que consegue acumular dentro ou fora de combate, sendo uma verdadeira máquina de evoluções e adaptações, ainda que siga mantendo o fato de que as adaptações se mantém durante 7 dias em OFF, com as mudanças causadas pela adaptação sendo capaz de qualquer fenômeno físico relacionado ao corpo do usuário, causado por algum ser ou pelo ambiente. Suas imunidades contra controle interno e controle da vida tornam-se super absolutas.


 

Ul’naeth Vessh-Omn
 

Nada que possua vida, consciência ou impulso instintivo existe fora do alcance perceptivo de Yidhra. Sua existência não depende de deslocamento, visão ou foco: ela percebe porque está intrinsecamente conectada à própria estrutura do mundo vivo. Raízes, fluidos orgânicos, pulsos mentais e sonhos funcionam como extensões naturais de sua percepção, tornando-a extremamente perceptiva. 

 

Nível 1000: Já no estágio inicial de sua divindade, Yidhra estabelece uma rede sensorial passiva através de toda matéria viva conectada ao ambiente de uma distância equivalente a uma estrela mediana. Plantas, animais e seres sencientes funcionam como pontos de observação involuntários, permitindo que ela perceba presenças, movimentações, intenções hostis e distúrbios biológicos dentro da escala apresentada. Sons abafados, sussurros, batimentos e alterações emocionais são captados como impulsos diretos em sua consciência. Ocultação física, furtividade ou silêncio deixam de ser plenamente eficazes contra ela.

 

Nível 1100: A percepção de Yidhra passa a operar além do ambiente imediato, espalhando-se através de ecossistemas inteiros e cadeias biológicas interligadas que estejam no equivalente a uma grande estrela de distância. O fluxo sanguíneo das feras, os sistemas radiculares das florestas e os sonhos involuntários dos seres pensantes tornam-se canais sensoriais ativos. Qualquer ação realizada por um ser vivo dentro da escala da habilidade é percebida em tempo real, independentemente de barreiras físicas, subterrâneas ou atmosféricas. O conceito de “lugar distante” perde significado para sua consciência divina que se interliga com a própria vida.

 

Nível 1200: Neste patamar, Yidhra deixa de perceber apenas eventos e passa a perceber estados de existência, afinal, a sua habilidade torna-se enfim quase absoluta e capaz de perceber através do equivalente a um sistema solar de distância. Intenções não manifestadas, pensamentos recorrentes, impulsos subconscientes e decisões prestes a serem tomadas tornam-se legíveis para ela enquanto possibilidades já formadas. Não há necessidade de foco: sua percepção é contínua, automática e simultânea, fazendo com que a habilidade permita ao seu usuário estar ciente de quase todas as coisas. Um sussurro feito em uma caverna profunda é sentido no mesmo instante por seus avatares em qualquer outro ponto conectado à vida, como se o mundo inteiro fosse um único órgão sensorial.

 

Nível 1300: A percepção de Yidhra se estabiliza como um estado constante de percepção vital pelo equivalente a múltiplos sistemas solares de distância de onde Yidhra se encontra. Tudo o que respira, sonha, sangra ou cresce existe dentro de seu campo de consciência como dados imediatos. Não há atraso, filtragem ou hierarquia sensorial. A percepção não pode ser enganada por ilusões, duplicações ou falsificações sensoriais baseadas em vida ou mente, pois Yidhra percebe a origem ontológica do impulso, não sua manifestação externa.

 

Nível 1400: No ápice a habilidade se torna um poder absoluto, e agora Yidhra não “observa” o mundo vivo, pois agora ela coexiste perceptivamente com ele. Não existe ponto cego, nem evento vital que possa ocorrer fora de sua consciência. Onde há vida, há Yidhra. Onde há pensamento, instinto ou sonho, ela já está presente. A noção de vigilância desaparece, pois sua percepção não é uma ação, mas uma condição natural de sua existência. Atacar, ocultar-se ou conspirar contra Yidhra dentro do domínio da vida torna-se um ato realizado sob seu olhar inevitável, pois ela não simplesmente percebe, mas ela é a própria vida, e portanto, está ciente de tudo o que ocorre com seu domínio, ou melhor dizendo, com ela mesma, fazendo com que meios que busquem obstruir a habilidade sejam impossíveis, desde que sejam de escala igual ou inferior.


 

Keth’ul Vessh-Ethra

 

Sendo reconhecida como uma entidade que evolui e reencarna continuamente, Yidhra é a deusa lovecraftiana da vida que por tantos e tantos avatares se fez presente entre os homens, e sendo sua atual encarnação, Alyssa possui tal habilidade. 

 

Nível 1000: Quando Alyssa Yidhra tem seu corpo destruído, seu ser não se dissipa e nem permanece em estados pós-morte convencionais. Em vez disso, sua consciência e identidade passam a se ancorar instintivamente em formas de vida orgânicas próximas, como plantas, fungos, criaturas simples ou organismos sem consciência elevada dentro de uma distância equivalente a uma estrela mediana. A partir dessa âncora vital, Yidhra inicia um processo lento e passivo de reencarnação ao longo de três rodadas, utilizando o metabolismo do hospedeiro como base para reconstruir um novo corpo biológico, sendo este um processo que ocorre de forma imperceptível.

 

Nível 1100: A habilidade evolui e Yidhra passa a selecionar conscientemente as formas de vida pelas quais irá retornar em uma distância equivalente a uma grande estrela. Mesmo que seu corpo seja destruído por completo, parte de sua existência pode atravessar cadeias biológicas inteiras, movendo-se entre organismos vivos até encontrar um hospedeiro ideal. Nesse estágio, a reencarnação não depende mais de proximidade imediata, pois a entidade pode se propagar através de ecossistemas inteiros, utilizando sangue, raízes, tecidos e reprodução celular como vetores de deslocamento. O retorno torna-se significativamente mais rápido por demora somente duas rodadas. Nesse ponto, após sua reencarnação, Alyssa ainda ficará imperceptível e imprevisível durante dois turnos após o seu retorno.

 

Nível 1200: Neste nível, com Yidhra já tendo uma divindade interior desenvolvida, a habilidade deixa de depender de indivíduos específicos e passa a ser quase absoluta. Qualquer forma de vida existente dentro da distância de um sistema solar pode ficar sob influência e se tornar um potencial ponto de retorno. Sua existência se fragmenta passivamente pela biosfera, tornando impossível eliminá-la enquanto houver vida orgânica disponível. A reencarnação ocorre mesmo que os organismos utilizados sejam destruídos durante o processo, pois cada célula viva se torna uma âncora viável para este processo que dura somente uma rodada. Seu retorno não é mais difícil, tornando-a então uma entidade de poder irrefreável para quase todos os aspectos.

 

Nível 1300: No auge da habilidade agora absoluta, Alyssa Yidhra passa a existir como uma condição inerente à própria vida orgânica. Sua destruição física não possui mais significado verdadeiro, pois sua existência está distribuída em todas as formas de vida que já tenham entrado em contato direto ou indireto com sua influência que agora está no alcance de múltiplos sistemas solares. Mesmo extinções em massa, erradicação biológica ou colapsos ecológicos não impedem seu retorno, desde que reste qualquer vestígio de vida orgânica. Matar Yidhra torna-se uma missão quase impossível sem eliminar a própria vida como fenômeno. Ela não retorna apesar da vida, e sim ela retorna porque a vida existe, e isso é o maior fator para a habilidade ser tão forte nesse ponto, pois Yidhra será capaz de retornar não apenas da morte, mas também do apagamento existencial continuamente. O feito não é mais difícil, ocorre na velocidade de percepção do usuário, sempre se ligando com alguma forma de vida em alguma região dentro de seu alcance que aparente ser segura, e mais, podendo reencarnar em um personagem que tenha sido transformado pela habilidade Thraal’naal Mor-Self, onde o indivíduo morrerá e será transformado simultaneamente, isso tudo para que Alyssa Yidhra possa viver em seu corpo, ainda conseguindo fazer uso de suas habilidades base pelos próximos 7 dias em OFF. 


 

Thraal’naal Mor-Self

 

Sendo Alyssa a atual encarnação de Yidhra, sua centelha divina permite-lhe obter os poderes lovecraftianos da criatura em questão, incluindo a capacidade que Yidhra possuía de se manifestar em diferentes corpos, diferentes avatares de si mesma.

 

Nível 1000: Passa a manifestar avatares encarnados, corpos biológicos completos formados a partir de seu poder ontológica. Diferente de simples extensões, esses avatares existem como instâncias reais de presença, capazes de interagir fisicamente com o mundo, combater e utilizar habilidades base de Yidhra de nível igual ou inferior. Cada avatar nasce com um fragmento funcional da vontade de Yidhra e atua de forma autônoma, porém perfeitamente alinhada à intenção central. A ligação entre avatar e entidade é constante, permitindo troca de informações em tempo real. A destruição de um avatar não gera perda, apenas retroalimenta Yidhra com dados completos sobre o ataque sofrido, de forma que a habilidade Yidhra consiga ganhar as adaptações. Por se tratar do estágio inicial da habilidade, só é capaz de manter dois avatares simultaneamente, os quais só podem ficar ao equivalente de uma estrela mediana de distância de onde a versão original se encontra.

 

Nível 1100: Os avatares evoluem para corpos substitutos legítimos, e Yidhra pode transferir sua consciência principal para qualquer avatar com sua velocidade de percepção, fazendo com que aquele corpo passe a operar como se fosse o corpo original, sem perda de poder ou controle. Enquanto isso, o corpo abandonado torna-se um avatar secundário. Cada manifestação agora é capaz de utilizar os adicionais do usuário (não válido para transformações), desde que não sejam transformações, e claro, algo usado por um avatar ou pelo ser principal não pode ser usado simultaneamente por algum outro avatar ou pelo principal. Chegando neste ponto, a habilidade passa a permitir que existiam até 4 avatares simultaneamente de Yidhra por meio do poder, os quais podem ficar ao equivalente a uma grande estrela de distância sem desaparecer.

 

Nível 1200: A evolução de sua divindade faz com que a habilidade alcance a escala quase absoluta, onde Yidhra deixa de operar como um ser centralizado, com os avatares agindo independente do estado de consciência de Alyssa, desde que essa permaneça tendo energia. Cada avatar passa a ser tratado como uma existência paralela completa, compartilhando uma única identidade distribuída, sendo que agora os avatares podem ficar ao equivalente a um sistema solar de distância de onde se encontra a original, conseguindo possuir 6 avatares simultaneamente, os quais conseguem livremente utilizar os adicionais do usuário, mas obviamente tendo que se atentar para gastos de energia que isso pode e irá causar, caso mantenha quatro ou mais transformações ativadas ao mesmo levará ao esgotamento energético. Sua divindade é tremenda, pois agora, mesmo que Alyssa venha a ser completamente selada ou aprisionada, os seus avatares conseguem agir normalmente, com sua centelha divina estando simultaneamente em todos estes, interligadas entre si pelos poderes lovecraftianos, e mais que isso, consegue agora manipular a existência dos seus avatares conforme a escala da habilidade.

 

Nível 1300: No ápice, Yidhra alcança a multiplicidade verdadeira com a habilidade tornando-se absoluta. Seus avatares deixam de ser manifestações derivadas e passam a ser expressões equivalentes da mesma entidade, todas igualmente válidas. Não existe mais um corpo principal, poder de agora Yidhra existe em todos os avatares ao mesmo tempo. A destruição simultânea de múltiplas manifestações não reduz sua presença, pois qualquer avatar remanescente mantém a totalidade de sua identidade. Na prática, confrontar Yidhra passa a significar enfrentar uma entidade que pode estar em vários lugares, com vários corpos, agindo de forma coordenada, sem ponto vital único ou centro eliminável. Tão poderosa, capaz de manter 10 avatares simultaneamente, os quais podem ficar ao equivalente de múltiplos sistemas solares de distância um do outro, não mais tendo o principal como referencial, uma vez que ele não mais existe, com essa vantagem sendo tão profunda que os avatares não compartilham entre si os feitos negativos que foram aplicados contra outra manifestação de Yidhra. Porém, com o poder alcançando este nível, caso consiga interagir diretamente com um alguém inconsciente, a autoridade da habilidade poderá ser usada contra tal indivíduo, usufruindo de todos os benefícios deste poder, transformando-o em um dos avatares de Alyssa Yidhra, mas com o diferencial de que com este avatar em específico ela conseguirá usufruir dos adicionais do outro ser,  algo que não se compartilha entre os outros, apesar de ser sim possível que os poderes base do indivíduo sejam utilizados, desde que sejam de nível inferior ao de Yidhra. O ser convertido em avatar não fica morto, mas transformado, totalmente sob a intenção da entidade, e mais, sendo um feito tão excepcional que não possui restrições de tempo ou quantidade de seres que podem ser afetados por tal.

 

Obs: Quando um avatar acaba sendo destruído, passa a ser necessário aguardar 7 rodadas para conseguir lhe repor.


 

Ul’Thraesh Vessh-Genesis

 

Yidhra não é uma criadora consciente no sentido humano, mas uma manifestação inevitável da continuidade biológica do cosmos, um ser que encarna a vida e se conecta com as suas formas, e isso acaba sendo transferido para a sua nova encarnação em Alyssa Yidhra, que desperta o poder da deusa lovecraftiana.

 

Nível 1000: Alyssa Yidhra passa a exercer manipulação biológica direta, controle vital funcional e direcionamento evolutivo imediato sobre organismos vivos. Tecidos, órgãos, fluidos e sistemas celulares podem ser deformados, reorganizados ou forçados a operar em padrões antinaturais; simultaneamente, funções vitais como dor, regeneração, metabolismo e resistência física passam a obedecer à sua vontade, e enquanto isso, o organismo já começa a evoluir sob coerção, desenvolvendo adaptações forçadas ou vulnerabilidades moldadas para servir aos objetivos da entidade, sempre sendo levado em conta o poder base do usuário e a escala dessa habilidade tão poderosa.

 

Nível 1100: A autoridade se intensifica e passa a atuar em tempo contínuo. A manipulação biológica não se limita a alterações pontuais: o corpo do alvo entra em um estado de reconfiguração viva permanente, onde cada tentativa de reação gera uma resposta evolutiva imposta por Yidhra. A vida do organismo é mantida, acelerada ou suprimida conforme a vontade do usuário, enquanto sua evolução é redirecionada à força, impedindo qualquer adaptação espontânea que não esteja alinhada à vontade da entidade, como o uso de alguma habilidade que cause mudança extrema no usuário, como um mimetismo ou transformação.

 

Nível 1200: Neste estágio, Yidhra passa a controlar não apenas como o corpo funciona, mas por que ele funciona, uma vez que a habilidade passa a alcançar a escala quase absoluta. A vida dos alvos tornam-se dependente de parâmetros impostos, onde células só se regeneram se permitido, mutações só ocorrem dentro de rotas evolutivas autorizadas, e toda adaptação surge já alinhada ao domínio da entidade. Organismos podem ser forçados a evoluir para estados biologicamente instáveis, paradoxais ou degradantes, mantendo-se vivos mesmo quando sua própria existência se torna inviável pelas leis naturais. 

 

Nível 1300: A habilidade atinge soberania total sobre estrutura biológica por se tornar absoluta, com Alyssa sendo a mestra da continuidade vital e destino evolutivo. Yidhra passa a reescrever organismos como sistemas vivos abertos, onde qualquer dano, tentativa de adaptação ou mutação é imediatamente convertido em um novo estado imposto segundo os pensamentos do usuário. Com sua autoridade divina, a evolução deixa de ser uma resposta da vida aos estímulos e se torna uma ferramenta de punição e controle da entidade, pois agora a sua habilidade lhe permite deturpar completamente todo tipo de transformação que um ser possa vir a possuir.

 

Nível 1400: No ápice, Alyssa Yidhra impõe domínio direto sobre o conceito funcional de vida evolutiva com o poder super absoluto que a habilidade passa a exercer. Toda matéria orgânica sob sua influência torna-se biologicamente subordinada em nível divino, onde sua forma, função, adaptação e continuidade são reavaliadas a cada instante conforme sua intenção. A evolução não ocorre sem autorização, a vida não persiste sem alinhamento, e qualquer tentativa de escapar resulta em uma adaptação forçada que reforça ainda mais a submissão, pois sim, agora a habilidade exerce passivamente o efeito de tornar impossível que alguém consiga alcançar qualquer tipo de evolução em sua presença sem permissão, seja ativação de transformação, mutações, alterações de estado de existência e outras coisas do gênero, desde que estejam a uma distância de Alyssa que seja equivalente a múltiplos sistemas solares, sendo esse o alcance da habilidade desta. É uma deusa, sim, e por isso seu controle biológico e orgânico existem na escala super absoluta, gerando, transformando, deformando e manipulando a vida como bem entender, como a ditadora que Alyssa Rata Yidhra é em seus fundamentos.

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