

EL CABALLERO
PAI DE TODOS
Alfodr
Também chamada de “Allfather”, “Father Of All” ou “Pai de Todos”, é a habilidade de suprema autoridade deste cargo divino, representando toda a maior capacidade divina que este ser divino acaba possuindo por tal poder pagão, se expressando como um controle e acesso àquilo que naturalmente é derivado dos deuses do norte.
Nível 1000: Inicialmente essa é somente uma habilidade de escala rasa, com a qual o personagem acaba por se tornar capaz de utilizar todas as habilidades do panteão nórdico, daqueles designados como Æsir e Vanïr, tanto passivas quanto ativas, ainda que por enquanto só o faça com acesso até o nível 300 de suas capacidades, com exceção de “formas divinas”. Além disso, também já é capaz de demonstrar um controle da mente daqueles que possuem linhagem nórdica/escandinava, seja por origem divina ou por parte mortal, com estes sendo completamente acessíveis para a manipulação do indivíduo, que naturalmente poderá distorcer os pensamentos dos alvos como bem quiser, guiando suas ações como sua mente conceber.
Nível 1100: Neste nível a habilidade está consideravelmente mais desenvolvida, com o Pai de Todos passando então a conseguir usufruir usufruir até mesmo das skins possuídas pelos Vanïr e Æsir disponibilizados no RPG, sem necessidade de as compras para conseguir usar seus poderes, bastando apenas que elas estejam disponibilizadas para compras no RPG. Porém, além disso, o Pai de Todos passa então a ser capaz de manipular não só a mente dos de linhagem nórdica/escandinava, mas também os poderes sobrenaturais que estes manifestam ativamente, não apenas podendo desativar ou ativar, como também manipular, distorcer, selar ou apagar a presença destes poderes no interior dos alvos.
Nível 1200: Chegando nesse nível, a habilidade passa a existir em uma escala quase absoluta, passando a permitir com que seja capaz de controlar de forma ainda mais precisa e ampla os seres que fazem parte de linhagem nórdica/escandinava, não simplesmente controlando os poderes sobrenaturais que estes ativam, como a própria presença de poder nestes indivíduos, onde poderá não apenas selar total ou parcialmente, como também distorcer, manipular e ou desfazer os poderes passivos e ativos destes indivíduos, assim como também é capaz de os fortalecer com base na escala desta habilidade até então quase absoluta, conseguindo conceder a estes frações de seus atributos, como potência, durabilidade, diferentes tipos de velocidade e outras coisas mais, conseguindo realmente abençoar os seres englobados na condição da habilidade ao usufruir deste poder.
Nível 1300: Por fim, a habilidade passa a existir em escala absoluta, e com isso o Pai de Todos passa a conseguir usufruir de todas as habilidades passivas e ativas dos Vanïr e Æsir disponibilizados na página do panteão nórdico do RPG, até mesmo suas formas divinas, mas sem a necessidade de realmente às ativar para isto, uma vez que já está em um pico de poder tão maior que os demais seres. Entretanto, para além disso, agora o Pai de Todos passa a ser capaz de tornar alguém seguidor de algum Vanïr ou Æsir disponibilizado na página do panteão nórdico do RPG, tanto parcial quanto totalitário, da mesma maneira que é capaz de revogar os direitos que alguém possui por ser seguidor de algum Vanïr ou Æsir, mas o fazendo de forma temporário ou permanente, alterando diretamente na planilha em ambos os casos.
Nível 1400: No auge da habilidade, ela ainda existe em escala absoluta, com o Pai de Todos passando a conseguir usar das habilidades quase absolutas dos progenitores acessados em escala absoluta, enquanto que os absolutos são usados nessa mesma escala. Entretanto, para além disso, o Pai de Todos passa a ser capaz não só de revogar e conceder os direitos de seguidor, como também de “progenitor”, conseguindo conceder os poderes passivos e/ou ativos dos Vanïr e Æsir disponibilizados na página do panteão nórdico do RPG, da mesma maneira que pode revogar os “progenitores” de um personagem, o fazendo de forma temporário ou permanente, alterando diretamente na planilha em ambos os casos. Porém, também é capaz de fazer isso com progenitores que o próprio Pai de Todos possua consigo.
Örlög
Na cosmologia nórdica, o universo não é governado pelo acaso, mas pelo Örlög, a lei primeva e o destino inexorável tecido pelas Nornas sob as raízes de Yggdrasil. Nem mesmo os deuses mais poderosos podiam escapar das linhas traçadas por elas no Poço de Urd. No entanto, Odin desafiou essa limitação cósmica ao se sacrificar na Árvore do Mundo por nove dias e nove noites, arrancando o segredo das runas do abismo do não-ser e decifrando a linguagem estrutural do cosmos. Como sucessor de Odin e detentor do cargo de Pai de Todos, Nicholas herda essa compreensão e capacidade, e através da maestria do seidr, ele passa a enxergar os fios invisíveis que interconectam as ações, as almas e a matéria, tornando-se capaz de tencionar, afrouxar ou reatar as tramas da realidade conforme sua vontade sobre o destino.
Nível 1000-1099: Inicialmente, a habilidade se manifesta sobre as linhas mais superficiais do destino imediato, o chamado Wyrd tangível. O Pai de Todos atua influenciando diretamente o âmbito das probabilidades físicas, dos acasos climáticos e das trajetórias espaciais menores. Nesta escala inicial, ele ganha uma percepção extrassensorial que lhe permite "ler" a tensão nos fios do ambiente, antecipando intenções de combate e vetores de movimento milissegundos antes que eles se materializem no mundo físico. Com esse conhecimento, o usuário sutilmente entorta a sorte ao seu redor: golpes inimigos perfeitamente direcionados perdem o ângulo devido a súbitas lufadas de vento, o terreno sob os pés dos adversários cede no momento exato de um disparo crucial, e os ataques de seus próprios aliados parecem encontrar brechas milagrosas na guarda inimiga, distorcendo o acaso macroscópico a favor do seu exército.
Nível 1100-1199: A influência da tecelagem se aprofunda e passa a englobar o âmbito complexo da causalidade local, do fluxo cronológico recente e da gravidade. Neste estágio de evolução, o usuário deixa de apenas torcer a sorte e passa a esticar, afrouxar ou emaranhar os próprios fios do tempo ao redor do campo de batalha. Ele se torna capaz de dilatar a percepção temporal dos oponentes, fazendo com que segundos pareçam horas de lentidão para eles, enquanto simultaneamente tensiona as linhas de seus aliados para acelerar seus reflexos e em todas as velocidades, aceleração essa que atinge cinco vezes somente, e por um tempo limitado de dez dias em OFF. Essa manipulação da causalidade permite que ele crie pequenos paradoxos físicos e distorções geográficas de grande escala com essa habilidade de alcance e potência de uma grande estrela, como fazer com que o impacto de um projétil seja sentido antes mesmo do disparo ocorrer, ou dobrar o espaço retilíneo para fazer com que uma investida frontal inimiga termine exatamente no ponto onde começou.
Nível 1200-1299: A habilidade ascende para a escala quase absoluta, expandindo sua autoridade sobre o âmbito das leis conceituais da realidade, da lógica elemental, das energias místicas e da integridade da matéria. O Pai de Todos agora manipula a própria tinta com a qual a realidade foi "escrita", passando a conseguir interferir ativamente em fluxos de energia divina e mágica, sendo capaz de desatar nós mágicos complexos, selar temporariamente fontes de poder e interceptar fenômenos em pleno espaço apenas desfazendo o conceito de sua existência na realidade local. No aspecto defensivo e de suporte, o usuário pode abençoar a si mesmo e a outros seres com distorções na teia que renegam danos por completo diante do poder do destino, com danos causados ou fenômenos simplesmente perdendo o sentido ou a finalidade ao entrarem em seu perímetro de atuação, transformando o que seriam golpes letais em meras ilusões desfeitas, alterando drasticamente a lógica e as regras do combate em larga escala.
Nível 1300-1400: No ápice do poder, a tecelagem segue na escala quase absoluta, estendendo sua soberania incontestável sobre o âmbito das leis fundamentais da existência, da imutabilidade do ser e do próprio mundo. O Pai de Todos deixa de ser um simples manipulador da teia para se tornar a maior autoridade sobre ela, controlando de forma irrefutável o destino, o estatuto e o poder dos seres ao seu redor. Sua vontade divina passa a ditar o que é inevitável e o que é impossível no cenário: ele pode impor decretos de causalidade absoluta onde uma ação sua é predeterminada a acontecer independentemente de quantas esquivas ou defesas o alvo possua, da mesma forma que pode anular imunidades conceituais que antes pareciam intransponíveis. Ao manipular os fios de nível macro cósmico, ele pode isolar o destino de um oponente, congelando seu fluxo em um estado de estagnação que impede alterações de estado de existência, transformações ou qualquer outra alteração, agindo como o arquiteto definitivo e supremo do desfecho do cosmos.
Óðr
Na tradição escandinava, o termo Óðr carrega uma densidade mística profunda, traduzindo-se como o "êxtase primordial", a fúria inspirada, o sopro de inteligência selvagem e o fluido vital que impede o cosmos de estagnar na inércia. É a energia divina e volátil que transita entre a genialidade do poeta, o transe xamânico do feiticeiro e a fúria incontrolável do guerreiro berserker. Como sucessor do Pai de Todos e herdeiro de seu poder, o personagem manifesta o Óðr não como um recurso comum, mas como uma capacidade de transcendência de suas condições.
Nível 1000-1099: Os efeitos desta passiva permanecem latentes até que o Pai de Todos realize o uso de uma habilidade ativa, sendo este o gatilho de uso desta habilidade, passando então a atuar no âmbito da aceleração cronológica menor, onde todos os tempos de recarga de suas habilidades de escala rasa são reduzidos em uma unidade de medida de tempo e a velocidade de ataque, combate e percepção do personagem como um todo recebam um acréscimo de 10% SOL, fortalecendo-o de diferentes maneiras.
Nível 1100-1199: Quando o Pai de Todos acaba por sofrer um dano capaz de arrancar um de seus membros ou causar ferimento graves em seus órgãos em uma situação de risco, o estresse acumulado expande a influência da passiva para o âmbito do momentum de vanguarda e dilatação de recarga, fazendo com que a redução de tempo passe a afetar também as habilidades de escala quase absoluta e garantindo que, para cada turno consecutivo em que o usuário se mantiver ativo na linha de frente após cumprir a condição, receba um acréscimo de 20% SOL em velocidade de combate, ataque e percepção por rodada no combate. Sim, neste ponto o poder é quase absoluto como um todo.
Nível 1200-1299: Assim que o personagem entra em um estado de desgaste severo e cruza o limiar onde sofre um ferimento capaz de levar alguém até a beira da morte, a habilidade evolui de modo que passa a controlar o âmbito da compressão cronológica e instantaneidade com ainda mais força, onde os tempos de recarga de suas capacidades são comprimidos em duas unidades de medida de tempo mínimo de turnos permitido pelo sistema e a velocidade de efeito de suas ações torna-se instantânea, materializando-se no exato momento em que a habilidade é usada.
Nível 1300-1400: No ápice, a habilidade alcança enfim uma escala absoluta, onde para cada uso de uma habilidade ativa diferente, as habilidades de escala até absoluta recebem uma redução de até três unidades em seus tempos de recarga, enquanto que para cada rodada em que se mantiver sob estresse ou em combate, receberá um acréscimo de 40% SOL em velocidade de combate, percepção e viagem. Contudo, agora passa a possuir um efeito para além de tudo o que já foi citado, onde caso o Pai de Todos venha a entrar em um estado de esgotamento energético, o deus dos deuses consegue alcançar um estado de “Óðr”, entrando em um estado de fúria, frenesi e êxtase, não apenas retornando a estar consciente, como suas habilidades de escala até absoluta acabam por ter seu tempo de recarga nulificado, temporariamente retomando seus poderes, ainda que somente com 35% de sua capacidade total e por não mais que quatro rodadas, ainda que para isso seja necessário que tenha vencido seu último adversário, e claro, que enquanto neste estado de esgotamento energético alguém venha a lhe atacar em uma velocidade igual ou inferior a velocidade de reação base que o pai de Pai de Todos tem em seu pleno poder, mas claro, esse estado não pode ser prolongado por poderes do próprio.
Drengskapr
O Drengskapr, no código de honra nórdico, é a integridade inegociável que transforma um guerreiro em um exemplo vivo. Não se trata de bondade ou piedade, mas da coerência entre palavra e ação, da coragem de enfrentar o destino sem mentir para si mesmo, e da lealdade que persiste mesmo diante da derrota certa. Para o sucessor de Odin, esta virtude não é opcional: ela se tornou uma propriedade passiva de sua existência divina, de modo que o próprio universo escandinavo passa a reconhecer e amplificar sua postura íntegra, punindo a covardia e recompensando a bravura como se fossem leis naturais.
Nível 1000: Neste estágio inicial, o Drengskapr se manifesta como uma influência sutil porém constante sobre o ambiente imediato do Pai de Todos a uma distância de um quarteirão de onde ele se encontra. Em escala rasa, sua integridade gera um efeito passiva ao seu redor, dentro da qual qualquer criatura que tente realizar uma ação manifestamente covarde (atacar pelas costas, ferir um indefeso, quebrar um juramento proferido em voz alta ou usar veneno sem justificativa honrosa) sofre uma invalidez em sua tentativa antes de completar o ato, com a própria realidade recusando a desonra perto dele, sendo este um efeito constante que se aplica meramente pela presença do Pai de Todos em casa ambiente, com a realidade não aceitando o que é desonroso. Além disso, enquanto o portador estiver cumprindo uma promessa feita de próprio punho, ele passa a contar com um aumento de duas vezes em suas velocidades base. Por fim, o Drengskapr concede ao Pai de Todos uma intuição infalível em um raio de uma cidade ao seu redor: ele simplesmente sabe quando alguém está mentindo para ele ou tramando uma traição contra seus aliados, sem qualquer ativação voluntária, apenas como um calafrio na espinha que não falha contra seres.
Nível 1200: Chegando ao limiar da escala quase absoluta, o Drengskapr deixa de ser meramente reativo e passa a punir ativamente a covardia, bem como a abençoar a bravura, tudo de forma passiva e automática. Qualquer ser que atacar o Pai de Todos ou seus aliados utilizando emboscada, quebra de trégua, veneno, ataque a indefesos ou qualquer meio considerado desleal pelo código nórdico recebe automaticamente a Marca do Covarde aplicada na própria realidade simplesmente pelo ato, sendo ela uma condição invisível que reduz em 50% todas as formas de velocidade que o ser possui, sendo que esta marca só pode ser removida se o alvo derrotar o Pai de Todos ou ser reconhecido por ele como uma criatura digna. Paralelamente, aliados próximos que enfrentarem o inimigo de frente, sem subterfúgios e em defesa de um ideal honroso, tornam-se capazes de ignorar automaticamente ataques de oportunidade vindos de flancos ou costas enquanto estiverem avançando em linha reta contra o oponente, além de receberem um reforço em sua determinação que os torna menos suscetíveis a efeitos de medo e dominação mental, tudo em escala quase absoluta, com a própria realidade se contorcendo ao seu favor. Se um aliado morrer em combate justo e honroso, sua morte ecoa como um grito de guerra no tecido do destino, concedendo ao Pai de Todos e aos demais aliados um aumento expressivo de uma rodada de duração nas habilidades que utilizam. Neste nível, ilusões, disfarces mágicos e efeitos que tentem esconder a verdadeira identidade ou intenção de um inimigo simplesmente falham automaticamente contra o portador e seus aliados dentro do alcance, não porque o Pai de Todos os detecte, mas porque a realidade recusa esconder algo dele quando isso envolve desonra.
Nível 1400: No ápice do sua divindade, Drengskapr acaba transformando a honra do Pai de Todos em uma lei cósmica que se impõe sobre o destino, os poderes e a própria lógica de forma inteiramente passiva. Dentro de todo o campo de batalha ativo, qualquer tentativa de ataque que envolva traição, quebra de juramento, ataque a inocentes ou uso de meios considerados desleais pelo conceito de Drengskapr é automaticamente anulada em nível absoluto: o ataque simplesmente não acontece, a energia se dissipa, a lâmina para a meio caminho, o feitiço perde coesão, a menos que o feito exista por uma habilidade de escala superior. Caso, mesmo assim, um ataque desleal consiga atingir o portador ou seus aliados, a ofensiva tem seu efeito redirecionado automaticamente para o agressor em dobro, convertida em dano que anula as imunidades, durabilidade e resistências, reduzindo permanentemente os atributos do ofensor em 75% até que ele realize um ato de redenção após o combate. Passivamente, enquanto o Pai de Todos estiver agindo de acordo com um propósito honroso, sua existência se torna fundamental, não podendo ser destruída fisicamente, a menos que a fonte seja um feito de escala superior. Além disso, uma vez por batalha e sem qualquer comando voluntário, o próprio Drengskapr força um desfecho honroso: se o usuário estiver em desvantagem iminente prestes a perder ou morrer, a realidade reescreve o momento para que um ato de coragem heroica ocorra, desde que isso não viole o livre-arbítrio dos envolvidos na velocidade de reação do Pai de Todos.
Hamingja
O título de Pai de Todos não é apenas uma declaração de autoridade, mas um reconhecimento de que sua existência gera, sustenta e protege uma cadeia de seres que partilham de seu sangue ou de seu juramento. Esta habilidade passiva faz com que a própria força do Pai de Todos se irradie para sua descendência e seus seguidores fiéis, não como um poder distribuído, mas como uma forma de garantir novas possibilidades de sucesso aos seus por meio de um talento inato desde o nascimento.
Nível 1000: Em escala inicialmente quase absoluta, o Pai de Todos passa a ter consciência passiva da localização e do estado geral de saúde de todos os seus descendentes (biológicos ou adotados), daqueles que voluntariamente juraram lealdade a ele ou membros de sua família, até uma distância de uma grande estrela. Além disso, enquanto estiverem a menos de cinquenta metros do Pai de Todos, os seus recebem um aumento de duas vezes em suas velocidades como um todo, assim como habilidades base tem tempo de recarga reduzido em 1 rodada. Estes indivíduos nascem com dons sobrenaturais, dotados de uma mente forjada com o implante de informações sobre todas as áreas de estudos da humanidade, e sendo especialmente ligados aos costumes e fé nos escandinavos, sendo dotados, mesmo quando sem poderes de corpos capazes de alcançar feitos sobre humanos em todos os aspectos corporais e mentais. Porém, além disso, o desenvolvimento de seus descendentes biológicos é naturalmente acelerado, não apenas filhos, mas qualquer descendente sanguíneo, onde a gestação ocorre em somente sete meses e a prole se desenvolve até a maturidade duas vezes mais rápido que os seres humanos.
Nível 1200: Chegando à escala absoluta, o vínculo se aprofunda. Qualquer descendente ou seguidor do Pai de Todos passa a carregar uma centelha passiva de sua autoridade: eles se tornam imunes a tentativas de controle mental, possessão ou manipulação de vontade vindas de fontes de escala inferior ou igual a dessa habilidade, pois a paternidade do Allfather os ancora em uma lealdade superior. Além disso, os seres agraciados por essa habilidade são capazes de fazer uso da habilidade “Alfodr” até a escala que Hamingja permite, sem causar malefícios ao usuário original. Todos os seus descendentes e seres agraciados por essa habilidade compartilham passivamente uma benção de sua descendência simplesmente por estarem inclusos na condição de uso da habilidade, onde eles não podem ser mortos, danificados ou apagados por qualquer efeito de escala inferior ao desta habilidade. Por fim, o desenvolvimento de seus descendentes biológicos é ainda mais acelerado, onde a gestação ocorre em somente cinco meses e a prole se desenvolve até a maturidade quatro vezes mais rápido que os seres humanos.
Nível 1400: Na escala super absoluta, o Hamingja se torna uma condição poderosa para toda a linhagem do Pai de Todos, tornando todos os seus descendentes automaticamente em seres afetados por essa habilidade simplesmente por existirem, sendo fiéis unicamente ao seu ser, o reconhecendo como seu Deus e ser a quem devem devoção total, e caso não a tenham, perdem as vantagens concedidas por essa habilidade e pela linhagem do deus dos deuses, no caso, as que não são “permanentes”. Além disso, quando um agraciado por essa habilidade tem sua vida alcançando o fim por morte ou apagamento em combate honroso (ou mesmo desleal, se foi em defesa do Pai ou de seus ideais), sua morte não é um fim absoluto: a benção do Pai de Todos se manifesta nestes, uma vez por conflito e de forma inteiramente passiva, os trazendo de volta ao combate na velocidade de reação do Pai de Todos, não recuperando suas energias, mas nulificando o tempo de recarga de suas habilidades de escala igual ou inferior ao desta habilidade. O desenvolvimento de seus descendentes biológicos é ainda mais acelerado, onde a gestação ocorre em somente três meses e a prole se desenvolve até a maturidade seis vezes mais rápido que os seres humanos, mas para além disso, a herança da genética divina garante com que estes sejam naturalmente portadores de uma potência de ataque e durabilidade do nível de uma grande estrela, assim como um acréscimo de 25% SOL na velocidade de percepção, combate, ataque e de viagem destes indivíduos, suas imunidades e resistências elevadas sempre ao nível da habilidade, e claro, diferente de circunstâncias normais, seus descendentes biológicos recebem a passagem totalitária dos “progenitores” de seus genitores, garantindo que a herança divina seja sempre poderosa, incluindo o fato que recebem também o próprio “Nicholas Yannick” em suas fichas na planilha, garantindo acesso aos poderes dos seus seguidores e todos os progenitores que seus genitores possuem, com estes acessando naturalmente as capacidades totais que seriam concedidos por suas “formas divinas” de “progenitor” desde o nível um, sem precisar as ativas. Por fim, neste ponto, a habilidade se sustenta pelos próprios seres agraciados, não pela do próprio Pai de Todos, que apenas a impregna neles.
IMPERADOR DO ECLIPSE PRIMORDIAL
Prācina Grahaṇa
Nível 1400: Ao emergir da convergência apoteótica entre a iluminação dos Budas libertos (como Dipankara, Rahula e Sakyan), a fúria ancestral do Æsir Primordial, a pureza Elohim e a harmonização perfeita entre as dinastias solar e lunar, a gênese do cargo divino de Nicholas Yannick estabelece o Eclipse Primordial, não como uma habilidade ativa comum, mas como uma força viva, adjacente e eterna forjada a partir de sua própria coroação. Esta entidade-força é a encarnação suprema da não-dualidade, existindo em uma escala absoluta como o ecossistema no qual a Transcendência e o Caos Primordial e outros polos unidos coexistem em estado de fusão indissolúvel, servindo como o reservatório e a matriz divina da qual o Deus-Imperador, sua família e toda a sua descendência extraem passivamente a sua soberania por meio deste poder absoluto. Por se tratar de uma autoridade estritamente passiva e ininterrupta, o Eclipse Primordial atua nos fundamentais do ser do Imperador e de sua dinastia através de dois vetores primordiais indissociáveis:
Vetor da Transcendência: Ancorado na iluminação dos Budas libertos, na pureza Elohim e na harmonia das dinastias Sūryavanśha e Candravaṃśa, o vetor da transcendência desvincula passivamente o Imperador, sua família e seus descendentes de todo o determinismo do cosmos. Seus corpos, almas, mentes e energias passam a existir em um estado de vacuidade e libertação absoluta, imunes ao karma, às correntes da causalidade, ao destino e a qualquer lei fundamental da criação. Diante desta autoridade, tentativas de apagamento existencial, alteração da realidade, deconstrução da alma, manipulações temporais ou selamentos executados por terceiros são interpretados pelo Eclipse Primordial como meras amarras ilusórias de um universo inferior, sendo rejeitadas e dissolvidas autonomamente sem exigir qualquer esforço ou ação consciente por parte do portador.
Vetor do Caos Primordial: Ancorado no sangue caótico e indomável do Æsir Primordial e no crepúsculo decorrente do encontro do Sol e da Lua, este vetor imbui passivamente todas as manifestações, intenções, golpes e poderes da linhagem com a natureza do Caos Desestruturador. Esta força desfaz a lógica causal de qualquer investida direcionada contra o Deus-Imperador e sua dinastia: análises preditivas, probabilidades, capacidades de adaptação, imunidades, intangibilidades e barreiras dos oponentes perdem sua capacidade diante do caos desestabilizador ao entrarem em contato com os nascidos do Eclipse Primordial, desfazendo-se na velocidade da ação do próprio agraciado por essa benção, não sendo uma simples anulação.
Matriz Dinástica: Existindo como uma força adjacente continuamente ligada ao trono e ao sangue do Patriarca, o Eclipse Primordial estende essa proteção e autoridade passiva a todos os membros de sua família e descendentes diretos. Através do laço de sangue e essência, a dinastia sintoniza-se perpetuamente com essa matriz, recebendo regeneração existencial contínua e a garantia de que seu sangue, genética e poderes jamais serão enfraquecidos, drenados, alterados por coisas ao longo da história. Porém, além disso, a força do Eclipse Primordial faz com que estes naturalmente tenham suas habilidades de escala até absoluta desprovidas de tempo de recarga, tempo de duração e limites quantitativos de uso, amplificando a sua lista de capacidades devido a união da transcendência e do caos que sua existência representa.
Sāmarasya
Nível 1800: Ao alcançar a autoridade suprema de unificação e não-dualidade, o Imperador do Eclipse Primordial manifesta o decreto de Sāmarasya, uma comunhão perfeita e indissolúvel das polaridades de escala absoluta, permitindo induzir um processo absoluto de fusão existencial entre Nicholas e uma ou duas de suas vertentes autônomas (Sūryavanśha ou Candravaṃśa), ou entre essas vertentes e um indivíduo terceiro. Quando a habilidade é ativada entre Nicholas e um de seus polos, a dualidade é instantaneamente superada e reassimilada, fundindo de maneira perfeita suas almas, mentes, corpos, essências, inventários e conjuntos de habilidades em um único ser de soberania irrestrita; nesse estado primordial, os níveis da vertente são totalmente somados aos do Imperador (adicionando integralmente os seus 1900 níveis ao patamar original), elevando suas estatísticas e presença conceitual à apoteose máxima, rompendo todas as barreiras de restrição de nível. Caso o fenômeno seja conduzido para fundir uma das vertentes (Sūryavanśha ou Candravaṃśa) a um indivíduo externo, todas as virtudes, atributos físicos, mentais, energéticos e habilidades de ambas as partes se entrelaçam para gerar um ser compósito harmonioso; para preservar a estabilidade da realidade e o balanceamento cósmico, o nível do indivíduo resultante passa a integrar parcialmente os níveis da vertente envolvida, adicionando 50% dos níveis da vertente (+950 níveis) caso a união ocorra de forma consentida, ou 25% (+475 níveis) em caso de imposição forçada contra um outro alvo, em que a essência do Eclipse sobrepõe e subjuga a estrutura do receptáculo. Por fim, o processo pode ser encerrado à vontade do Imperador ou mantido indefinidamente, sendo que enquanto durar o estado de Sāmarasya, o ser resultante é conceitualmente inviolável, tornando-se imune a tentativas de separação forçada, desconstrução de alma ou anulação de fusão executadas por forças de escala igual ou inferior. Cada fusão pode ser mantida por até sete rodadas, mas para cada rodada de uso da fusão com cada vertente, ela ficará impossibilitada de ser usada por 3 dias em OFF após o fim da fusão.
Sūryavanśha
Nível 1800: Ao atingir o ápice de sua autoridade cósmica, o Imperador do Eclipse Primordial desvincula de seu eu original e a partir de si mesmo cria uma nova existência, um ser adjacente deste, possuindo sua própria alma, mente, corpo, essência e energia, mas que ainda carrega um senso de caráter, moral e ética derivado do primário, sendo inteiramente novos, autônomos e autênticos, longe de serem clones, ilusões ou marionetes. No caso deste, acaba sendo uma derivação focada no polo solar do Imperador Eclipse, sendo batizado sob o título da lendária Dinastia Solar, a Sūryavanśha. Eles partilham monetário, inventário e habilidades, entretanto, fato é que este ser acaba possuindo apenas 1800 níveis inicialmente, também sendo completamente incapaz de acumular níveis através de eventos, dependendo unicamente de seus poderes para tal, ainda que para questões relacionadas ao uso dos “Níveis e Conquistas”, o referencial ainda seja o original. Sua aparência é a de uma das antigas versões de Nicholas, uma mais envelhecida, ainda que não seja algo que remeta ao verdadeiro estado da consciência deste indivíduo, pois diferente do que era antes, este é apenas uma entidade solene e inviolável, desconexo dos eventos que normalmente acontecem ao seu redor, como se pouco importasse para a sua mente que já sente ter visto muito do mundo, por mais que esteja sempre disposto a mostrar uma ferocidade incandescente, completamente impetuoso. Porém, a grande vantagem é que por ser uma entidade distinta, pode estar participando de algum outro evento sob o nome do original, como um amplificador dimensional, mesmo que seja um que o original não se encontre, podendo até mesmo garantir a premiação do evento para o principal, visto que a criação é incapaz de acumular esse tipo de coisa para si. Por se tratar de um indivíduo distante, também é fato de que ele acaba se mantendo em estado pleno mesmo caso o próprio Deus-Imperador perca seus poderes.
Candravaṃśa
Nível 1800: Ao atingir o ápice de sua autoridade cósmica, o Imperador do Eclipse Primordial desvincula de seu eu original e a partir de si mesmo cria uma nova existência, um ser adjacente deste, possuindo sua própria alma, mente, corpo, essência e energia, mas que ainda carrega um senso de caráter, moral e ética derivado do primário, sendo inteiramente novo, autônomo e autêntico, longe de ser um clone, ilusão ou marionete. No caso deste, acaba sendo uma derivação focada no polo lunar do Imperador Eclipse, sendo batizado sob o título da lendária Dinastia Lunar, a Candravaṃśa. Eles partilham monetário, inventário e habilidades, entretanto, fato é que este ser acaba possuindo apenas 1800 níveis inicialmente, também sendo completamente incapaz de acumular níveis através de eventos, dependendo unicamente de seus poderes para tal, ainda que para questões relacionadas ao uso dos “Níveis e Conquistas”, o referencial ainda seja o original. Sua aparência é a de uma das versões mais jovens de Nicholas, com traços afiados e um olhar de tom prateado profundo, refletindo uma consciência gélida, observadora e impecavelmente serena; diferente da ferocidade do polo solar, esta entidade opera como uma sombra prateada no cosmos, manipulando as marés conceituais, mistérios e percepções com uma elegância enigmática e estranhamente brincalhona, ocultando sob sua compostura cortante a imprevisibilidade sutil do Eclipse Primordial. Porém, a grande vantagem é que por ser uma entidade distinta, pode estar participando de algum outro evento sob o nome do original, como um amplificador dimensional, mesmo que seja um que o original não se encontre, podendo até mesmo garantir a premiação do evento para o principal, visto que a criação é incapaz de acumular esse tipo de coisa para si. Por se tratar de um indivíduo distante, também é fato de que ele acaba se mantendo em estado pleno mesmo caso o próprio Deus-Imperador perca seus poderes.
Grahaṇavaṃśa
“Dinastia do Eclipse” é o nome maior desta habilidade, pois ali, com a ascensão apoteótica que fora a coroação do Imperador da dinastia de seu próprio sangue, algo distinto do que vinha de seus ancestrais, pois ali, ao unir as dinastias solar e lunar, a fúria do Æsir Primordial, a pureza Elohim e a iluminação dos Budas libertos, o Imperador estabeleceu um novo decreto no cosmos. Esta habilidade passiva-ativa consagra seus descendentes, permitindo que eles sintonizem com o "Eclipse Primordial" e manifestem a autoridade cósmica de seu progenitor de acordo com o próprio amadurecimento espiritual e nível de poder, sendo uma habilidade que é originada no Deus-Imperador, mas que se propaga com base na energia dos agraciados por ela, ainda que o referencial para o uso das nivelações sejam os níveis do próprio Imperador Eclíptico.
Nível 1400-1499:
A bênção existe, mas ainda é uma sombra do que virá por se encontrar no início da habilidade, e assim, ao nascer, cada um dos seus descendentes recebem como benefício da genética divina uma potência de ataque e durabilidade do nível de múltiplos sistemas solares, assim como um acréscimo de 35% SOL na velocidade de percepção, combate, ataque e de viagem destes indivíduos, tudo isso pela união dos polos ancestrais que originou a linhagem eclíptica da qual eles fazem parte. Se fazem também imunes contra tentativa de manipular sua alma ou controlar a sua vontade, ainda que por enquanto esse seja um feito somente de escala rasa, assim como poderes da ordem e do caos. Por fim, a sua grande característica é que o sangue desta linhagem não enfraquece, e portanto, os descendentes acabam sempre recebendo a totalidade dos poderes que herdariam de seus ancestrais, até mesmo em casos de relações entre “legados compostos”, que normalmente resultam em um ser sem poder naturalmente seu. Por fim, sendo um cargo apoteótico nascido da benção de incontáveis Budas, os seres agraciados por essa habilidade são capazes de fazer uso das habilidades ativas dos Bodhisattvas e Budas existentes no panteão budista, enquanto que o patriarca eclíptico acaba usufruindo das capacidades de sua Alfodr por meio desta habilidade, ajustada de forma a funcionar plenamente com estes seres como base.
São indivíduos especiais, e portanto, no momento exato do nascimento de um descendente, independentemente de qual plano, dimensão, época ou local, o céu do ambiente manifestará durante aquele minuto um eclipse parcial, nada disso importa, nem se há sol, se é noite fechada, ou se o local sequer possui astros: a escuridão e a luz se sobrepõem por exatamente este espaço de tempo, e então voltam ao normal. Nenhuma força pode suprimir esse fenômeno. É o cosmos reconhecendo o nascimento, não o Imperador agindo diretamente naquele evento que de tão marcante, acaba gravando uma memória não-verbal e não-acessível conscientemente gravada na essência do descendente, como um eco do instante em que o patriarca foi reconhecido pelo cosmos, sendo que essa memória não pode ser lida, roubada ou apagada, ao invés disso, a sua única função é servir como âncora: se a identidade do descendente for alvo de substituição, possessão ou reescrita de existência, a memória pulsa e rejeita a alteração automaticamente na velocidade de reação do descendente, restaurando o sentido de ser. Por fim, quando o descendente está sob pressão extrema — em combate real, diante de uma ameaça à sua existência, ou no momento de um avanço de poder — seus olhos manifestam por alguns segundos um eclipse literal: a íris escurece até o negro absoluto e uma coroa de luz dourada ou prateada a envolve externamente, dependendo da natureza dominante naquele indivíduo, algo que simplesmente não conseguem controlar.
Nível 1500-1599: Chegando neste ponto, todas as capacidades da habilidade tornam-se quase absolutas.
Chegando nesse ponto, a essência do descendente torna-se estruturalmente impossível de ser absorvida, devorada ou incorporada por outra existência. Um ser que consuma a energia ou a alma de um portador desta bênção não absorve nada, pois o Eclipse dentro do sangue se dissolve no momento da absorção, deixando apenas um vazio que queima brevemente com luz e sombra simultâneas antes de desaparecer com um processo ocorrido na velocidade de reação do ser que tentou executar o ato profano. Mas não é só isso, pois estando agraciados por um poder ainda maior, agora as bênçãos da linhagem solar e lunar agem com mais força com estes, fazendo com que os descendentes passem a exercer a pressão de polos conceitualmente opostos simultaneamente em seus ataques, e devido a isso, barreiras, durabilidade, resistências e demais estruturas duráveis apoiadas em um único princípio acabam por serem incapazes de cumprir seu propósito contra a capacidade do descendente, como se aquilo simplesmente não se enquadrasse nos parâmetros que seriam englobados na defesa. Porém, para além disso, os membros da linhagem eclíptica possuem a característica de nenhum fenômeno de escala igual ou inferior ao desta habilidade ser capaz de negar, cancelar, replicar ou reverter uma ação do descendente, encarnando assim a soberania dos aglomerados que originaram o Imperador Eclipse.
Nesse nível, os seus descendentes passam a ser abençoados o suficiente para que passivamente estarem projetando duas sombras, uma delas estando no sentido da luz, outra no sentido oposto, como se dois astros os iluminassem simultaneamente. Isso ocorre independente da fonte de luz do ambiente. Em locais de escuridão total, as duas sombras tornam-se faixas de luz tênue como uma consequência passiva de seu ser, algo já cravado no cosmos. Quando um descendente do patriarca morre, sua existência não some silenciosamente, pois a linhagem sanguínea registra ativamente informações daquela morte como um evento que é alertado para todos os membros da linhagem do Patriarca Eclipse, o que tem uma consequência prática: qualquer tentativa de apagar a memória daquele descendente da realidade, seja por habilidades que deletam existências, seja por entidades que reescrevem a história, tudo isso se mostra incapaz, exceto caso consiga ultrapassar as capacidades de todos os membros da linhagem. O descendente pode morrer. Mas não pode ser como se nunca tivesse existido.
Nível 1600-1699: Chegando nesse nível, a habilidade torna-se enfim uma habilidade absoluta.
Neste ponto, a habilidade faz com que os descendentes naturalmente possuam conhecimento da existência do Deus-Imperador como seu único e verdadeiro senhor a quem devem total amor e devoção, sabendo até mesmo da existência dos seres nascidos das habilidades Candravaṃśa, Sūryavanśha e Sāmarasya, os entendendo como guardiões e primarcas alternativos da linhagem a qual fazem parte, com os mais fiéis podendo conseguir teletransportar uma das partes para onde o descendente se encontra, e a partir disso o ser alternativo já compreenderia que desejam sua presença, auxílio ou uma fusão através da habilidade Sāmarasya, com a qual se torna possível amplificar ainda mais os poderes destes indivíduos. E sim, é fato que estes seres podem ser puxados para fora ou para dentro de um evento por meio desta habilidade. Porém, além disso, agora os descendentes e membros da família acessam também a Prācina Grahaṇa, a força do Eclipse Primordial em seus seres, como uma benção que constantemente está com eles.
Nível 1700-1800: Chegando no ápice, essa habilidade e todos os seus efeitos passam a existir na escala super absoluta.
Os descendentes e membros da família do Imperador do Eclipse Primordial acabam por receber uma nova característica, onde podem fazer uso daquilo que é chamado de “Olhos do Eclipse”, que consagra a visão definitiva e inviolável da existência na escala super absoluta. Visualmente, as íris destes mergulham no negro absoluto do abismo cósmico, circundadas externamente por uma coroa dupla e entrelaçada de luz dourada solar e brilho prateado lunar que pulsa na cadência do próprio cosmos. Através desta dádiva ocular, os seres transcendem qualquer limitação de percepção convencional, contemplando simultaneamente a totalidade das linhas temporais, dimensões, falhas conceituais, nós kármicos e a estrutura oculta de todas as coisas, enxergando através de ilusões, intangibilidades, estases e barreiras "invencíveis" como se fossem apenas fumaça passageira, assim como a própria visão acaba elevada ao super absoluto, enxergando todo o espectro físico perfeitamente, e claro, elevando a velocidade de percepção e reação em um acréscimo de 1,4 FTL. Por ser a manifestação ocular suprema da união entre a iluminação dos Budas Libertos, a fúria do Æsir Primordial, a transcendência e a pureza Elohim, os Olhos do Eclipse tornam estes seres passivamente imune a qualquer forma de manipulação mental, cegueira conceitual, alteração de percepção ou reescrita de destino executada por terceiros; fazendo com que qualquer entidade que tente observar, ler, invadir ou copiar a mente e os poderes destes através de contato visual ou sensorial tenha sua consciência imediatamente engolida pelo abismo sem fundo do Eclipse Primordial (Prācina Grahaṇa), a selando de forma a tornar impossível a execução consciente ou reativa de qualquer habilidade ou ação, tornando impossível que algo mais ocorra.

