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ALYSSA CLARK

AVATAR DE YIDHRA

Alyssa é movida pelo impulso e pelo caos que escolheu abraçar, o que a faz entrar muitas vezes em alguns problemas. Há muito deixou para trás qualquer vestígio de código moral tradicional, adotando apenas as regras que ela mesma cria. Para ela, justiça não passa de um sistema falho, previsível e manipulável, razão pela qual prefere atuar à margem de tudo, se sentindo livre. O deboche continua a ser sua assinatura, acompanhado de uma ironia afiada. Clark provoca porque gosta, sente prazer real no desconforto alheio. O lado sádico tornou-se agora um traço assumido, quase artístico, pensando sempre na pior forma de fazer alguém sofrer. A dama tem fascínio em devorar pessoas sobretudo seus corações e consumir suas energias, o que era antes necessidade por sobrevivência virou prazer, sendo uma canibal assumida. Sente-se naturalmente atraída por seres distorcidos e insondáveis, especialmente pelos Eldritch, onde entrega sua devoção. Não tem uma boa relação com deuses, mas o único que faz questão de manter perto é o deus hindu que ela enxerga como uma figura paterna: Bakasura. 

Ainda assim, por mais improvável que pareça, há um eco distante de humanidade dentro dela. Ele aparece raramente, quase sempre sem aviso, como uma fagulha que insiste em sobreviver mas que se apaga com a mesma rapidez, engolida pela criatura fria, afiada e imprevisível que ela escolheu ser. Esses lampejos só surgem em momentos íntimos ou diante de assuntos que tocam algo profundamente enterrado e mal resolvidos.
 

CARACTERISTICAS 

10 PRINCIPAIS TÍTULOS 

Nome Completo:  Alyssa Yidhra Clark 
Deus:  Macária e Rakshasa 
Altura: 1.63
Peso: 60kg
Orientação Sexual: Heterossexual 
Estado Civil: Noiva 
Nacionalidade: Francesa, Nicaraguense e Norte - Coreana
Raça: Divindade

01° Princesa Rakshasa 
02° Madame Yi
03° Arauta da Névoa 
04° Senhora da profecia
05° Espírito Inabalável 
06° Dama do caos 
07° Orgulho do legado Bakasura
08° Nephilingis Cruentata
09°  A canibal 
10° Genocida de Semideuses 

HISTÓRIA 

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Sou Alyssa Clark, nasci na capital da França: Paris. Meu pai se chamava Lohan Martin Clark um empresário de classe média alta que possuía um negócio de telecomunicação. Desde que lembro minha primeira manifestação de poder foi aos dois anos com alguns sussurros, tinha medo de ir a funerais e coisas assim, eu conseguia vê almas e tinha pavor de tais (até aí normal, criança em funerais não se é comum. Mas por conta da empresa tinha que ir, e por não ter com quem ficar...) Meu pai começou a se preocupar quando comecei a vê em praças e em seu escritório, tudo era motivo de susto e via aquelas almas e vozes, vultos e sombras ativas, e o gatilho? A morte de minha vó paterna fez isso despertar, talvez o desejo intenso de não a deixar ir permitia isso, quem sabe. De todo modo surge nesse cenário Pandora a borboleta infernal, que para meu azar apenas era visível aos meus olhos, Lohan e os restantes dos familiares começaram a achar que estava com algum problema mental ou distúrbio por tudo que falava. Então, começou os piores dias de uma criança. Fiquei cinco anos dentro de um hospital para pessoas com problemas mentais, isso mesmo, fiquei trancada em um hospício sendo dopada e medicada a cada hora, fiquei na ala especial mas mesmo assim não era fácil para uma criança cuja se encontrava sozinha.

Era dia 16 de novembro em uma noite chuvosa na qual me encontrava deitada na cama gelada como de praxe, até que mais uma vez, as vozes ecoavam em meu subcontinente levando-me a acompanhar tudo que meu pai estava fazendo graças as imagens que surgiam em minha mente, em que estranhamente eram seguidas de dores agudas na região lateral da cabeça onde um enjoou era possível ser sentido no fim. Contudo, uma figura sombria mas que trazia um sentimento de paz momentâneo se fez presente naquele quarto que tinha a iluminação a se desejar, aquela presença acalmou-me ocasionando em desmaio. Foi um total de seis anos em um hospital tachada de louca e com "distúrbios" mentais, já estava começando a acreditar nisso, afinal o ato de conversar sozinha estava sendo rotineiro e ainda, fazia ações involuntárias que por vezes precisavam ser contidas, até tentei enforcar uma enfermeira com as pequenas mãos que tinha, consegui? Claro que não, movida pelo desespero ou apenas aceitando a natureza? Seja o que levou-me a ter tal ato apenas intensificou as dúvidas que tinham e os comprimidos. Se era maltratada ali? Um pouco, as marcas da camisa de força ainda fazem parte da minha cicatriz. Dentro desses locais o que te resta é o branco da sala vazia, e a escapatória era fazer exercícios para tentar passar o tempo, ou o pior, tentar fugir. Voltaria para casa após um "bom comportamento" e ter fingido uma melhora para um problema que afirmavam que tinham. O homem que me "deu" a vida, estava casado e tinha um filho chamado Jean Gaultier Clark com três anos e meio, a melhor coisa que poder-me-ia ocorrer, assim eu pensava.

Para recuperar o tempo perdido com meu pai, passei a fazer tudo para agrada-lo: Ballet, piano, teatro, pintura e outras artes em geral, não era a filha preferida mas o fazia sorrir, ou seria algo falso? Às vezes dava a entender que os olhares da minha "família" era de pena e talvez fosse, estavam apenas tentando ser simpáticos, uma jovem que passou mais tempo internada do que em casa? Não me surpreende tais olhares.

Em uma viagem de passeio o pior ocorre, estávamos na casa de campo quando saímos para o bosque fomos surpreendidos e atacados por bandidos que sequestraram meu irmão e a mim, com tudo o que houve pude evitar apenas a morte de meu pai mas de sua esposa, não. Evitei pelo simples fato de gritar pedindo para ele abaixar, foi o que salvou. Mas a noite naquele mesmo dia, uma figura até então amorfa que não poderia enxergar talvez por medo? Invadiu nossa casa. Muitas coisas ocorreram, gritos, choros... Acabou em morte. Meu irmão morreu em minha frente por um descuido ou talvez fosse isso que queria crer? Não importava, o olhar de meu pai só significava duas coisas: Medo e culpa. Consoante os fatos correr foi a única solução. O ato de sobrevivência fez-me afastar daquele que talvez era para me proteger, sendo então guiada pelo destino... Ou será pelas vozes? Até o acampamento.

Melhores Amigos

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Oliver Yanniskov

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Aurora Zahara Ludwig

Familiares

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James Clark Storm

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Yesh Clark

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Duncan S. Clark Storm

emblemas

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