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CATHERYN ARCTURUS BLACK

paragon do destino

É datada como uma mulher sarcástica e brincalhona, sempre puxada para o lado intelectual, buscando em meio ao desconhecido o saber. É séria quando se é preciso e nunca foi boa com palavras em excesso. Sempre deixou claro a todos os seus sentimentos e desconfianças, sendo transparente. Contudo, ainda em seu mundo não permite a qualquer um que adentre a sua vida. Portanto, tão inconstante como o tempo, a morena hei de ser maleável e astuta. E inconstante como este que rege.

CARACTERISTICAS 

NOME COMPLETO: Catheryn Arcturus Black

DEUS: Chronos

ALTURA: 1,70 m

PESO: 68 Kg

ORIENTAÇÃO SEXUAL: Bissexual

ESTADO CIVIL: Solteira

NACIONALIDADE: Inglesa

RAÇA: Semi-deusa

10 PRINCIPAIS TÍTULOS 

Guardiã da Galáxia 
Viajante Galáctica

Musa de Câncer
4° Herói de Origo

 Criminosa internacional
6º Assasina de presidentes
7º Violonista espiritual
8º Destruidora de drones

9º A exploradora
10º Notada por A

HISTÓRIA 

Há quem julgue o tempo como algo tão breve como o sussurrar dos ventos aos cabelos loiros que outrora possuira. Fosse sua mãe a razão de seu admirar, de seu desprender juvenil, do suspirar de vários outros, conseguiu sua vida ao ceder os desejos dos demais. Tão diferente, mas não tão distante quanto a morena lhes julgava. Os cabelos vermelhos fogo e olhos azuis além da compreensão, exauriam de cada homem o gemer breve ao nome para si tão desconhecido. Sangues diferentes, mas vidas compartilhadas. Memórias entrelaçadas. Não houve amor ardente aos abraços sem ocasiões, a carícias sem contextos ou as lamúrias baixas e soltas para que a noite lhes roubasse. Os olhos castanhos a tudo enxergavam, e além das paredes finas, histórias nunca desvendadas aguardavam ao suceder. Diferente ela sempre havia se julgado. Não possuia consigo o desejo ardente, ou a contemplação em que todos se subtendiam. Os dedos curiosos sempre procuravam ao novo, ao saber, ao conhecimento perante aos ignorantes. Em noite afim, Catheryn foi graciada por outro de si. Uma criança. Sangues diferentes, ela sabia. Mas histórias iguais. Destinos distantes. Pois o sangue que corria além da pele, mesmo rubre e pesado, eram distintos. O sangue que a muito representavam aos cabelos ruivos de sua mãe e agora, seu filho, não jaziam em suas veias. Uma criança em meio a um mundo cruel, indefesa, incompleta, desconhecida. O amor sem precedentes não viriam a uma mestiça, não se tornariam verdadeiros a uma mentira. E perante aos olhos inocentes de um bebê verdadeiro, Catheryn encontrou seu futuro fadado por um pecado que não havia cometido. A mãe que não possuia seu sangue, encontrou ao pequeno o lar que a muito apressiava. A felicidade genuína que não o possuiria consigo. A curiosidade que a muito lhes acalentava ao coração sondado a nada, fora motivo de sua decadência. O descontentamento alheio trouxeram para si não mais uma história que trabalhava, mas o terror que temia. Jogada as ruas, o alfalto frio havia se tornado seu lar, e tão breve como o tempo se mostrava aos demais, para si não mais que um inferno. Ossos quebravam, pele rasgavam, cabelos caiam, o rosto deformava e as roupas tão esfarrapadas quanto a si, eram sujas por sangue que lhes pertencia, tão vibrante como de todos. Mas tão distantes quanto estes. Mudanças eram requeridas e em meio a um mundo cruel... Ela tornou-se a maior das mentiras. Sob as vitrines de lojas fartas em comida, Catheryn seguia, tortuosa em seu caminho não mais comandado. Uma criança em um corpo de uma mulher madura e ensandecida. Sob as vitrines de lojas fartas em comida, ela não mais reconhecia a si mesma pois o rosto não mais lhes era comum. Há quem julgue o tempo como algo tão breve como o sussurrar dos ventos aos cabelos castanhos que agora possuia, no entanto, para quem o regia não mais que apenas um fardo a carregar. O passado permanecia ao passado. Ali, o segredo tão bem guardado de uma mentira, onde a dor tão distante como o tempo, prevaleceria.
E assim, em meio a um mundo cruel, ela seguiu aos seus caminhos tortuosos, como a mentira que o era. Como o presente que agora vivia.

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Nakahara