

OLIVER YANNISKOV
PERSONIFICAÇÃO DA INSANIDADE
Fisiologia da Dissonância Causal
Esta é a habilidade passiva que define a própria existência da entidade. Seu corpo não é composto de matéria ou energia como as conhecemos, mas de um paradoxo senciente. Sua fisiologia é a personificação da insanidade, existindo em um estado de perpétua discordância com as leis fundamentais do universo. Sua velocidade e capacidades de combate não são fruto de técnicas ou poderes ativos, mas sim consequências naturais e inevitáveis de sua anatomia conceitualmente impossível.
Nível 1000-1099: Neste estágio, a habilidade permite uma velocidade de viagem de 50% SOL e velocidade de combate de 45% SOL. através de uma existência naturalmente descontínua. O corpo da entidade não acelera ou viaja pelo espaço de forma linear; ele simplesmente redefine sua posição ao "falhar" em concordar com sua localização anterior. Para um observador, isso cria o efeito de teletransporte instantâneo, deixando para trás apenas rupturas espaciais que ecoam como vidro se quebrando. Esta existência intermitente resulta em uma intangibilidade fásica natural, fazendo com que a matéria passe através dos "intervalos" de sua presença física. A simples observação deste movimento que viola a lógica causa uma sobrecarga sensorial em seres devido a um efeito mental, resultando em vertigem e confusão mental como primeiro sintoma da exposição à sua insanidade, causando o erro na utilização da próxima habilidade ativa que tentar utilizar, assim como durante os próximos dois turnos o indivíduo se verá incapaz de acertar alvos, sendo este um feito absoluto.
Nível 1100-1199: A anomalia de sua fisiologia se aprofunda, e sua velocidade de viagem atinge 53% SOL e velocidade de combate de 48% SOL. Seu corpo agora existe passivamente em múltiplos planos geométricos, fazendo com que seus movimentos tracem vetores inconcebíveis pela física tridimensional. A consequência natural disso é que suas interações físicas se tornam trans-espaciais: seus ataques não precisam contornar defesas, pois sua forma multi-planar permite que seus golpes se manifestem simultaneamente fora e dentro de armaduras ou campos de força a uma distância de até 15cm de si, ainda que siga a trajetória inicial do movimento. A insanidade de sua forma é tão profunda que a mente dos observadores, incapaz de processar seus vetores, gera alucinações ativas, projetando imagens-fantasma da entidade que parecem atacar de todas as direções, tornando a percepção do campo de batalha um pesadelo subjetivo, um efeito absoluto que dura por até dois turnos contínuos.
Nível 1200-1299: A dissonância da entidade começa a vazar para o tecido do tempo, elevando sua velocidade de viagem para 57% SOL e velocidade de combate de 51% SOL. Sua natureza não-linear no tempo significa que seu estado "presente" está em um fluxo constante com seus ecos passados e futuros. Portanto, um dano físico recebido pode ser espontaneamente "corrigido" e apagado da existência um instante depois devido ao seu poder do caos, à medida que um estado temporal intacto se sobrepõe ao ferido, com isto ocorrendo em 30% SOL, uma vez a cada quatro rodadas. O ambiente ao seu redor se torna um campo minado de "nós causais", onde o eco de um movimento seu pode gerar uma anomalia espacial ou um impacto fantasma segundos depois de ela já ter partido.
Nível 1300-1400: Sua fisiologia atinge um estado de soberania conceitual, com a velocidade de viagem chegando a 60% SOL e velocidade de combate de 55% SOL. Sua mera presença agora exala um campo de dissonância psicostática, uma aura passiva que não apenas distorce a realidade, mas a reescreve ativamente para espelhar sua própria lógica insana, uma aura imperceptível que está constantemente a uma distância de 40m do usuário. Dentro desta aura, as leis fundamentais do universo perdem a coesão; a gravidade pode se tornar uma força repulsiva, o som pode se solidificar e a luz pode apodrecer. A biologia e a mente dos oponentes são forçadas a se conformar a esses novos "axiomas psicóticos", fazendo com que seus próprios corpos e poderes ativos se rebelem contra eles. Finalmente, seu corpo deixa de ser uma única entidade para se tornar um “Coletivo Paradoxal”, uma manifestação simultânea de todos os seus "eus" através de “infinitas” probabilidades de sua loucura divina que se manteve recentemente. Se torna uma tempestade viva de paradoxos, sem um corpo central para ser atacado de forma definitiva, uma insanidade ambulante cuja destruição é tão impossível quanto provar que um paradoxo é falso, afinal, para ser morto ou apagado de forma “permanente”, é necessário que sua loucura tenha sido reprimida durante um espaço de tempo de até cinco (5) rodadas contínuas até o momento da finalização, e caso não tenha sido feito, a loucura que interliga sua existência através do espaço-tempo fará com que ele retorne a uma velocidade de 30% SOL, sendo este um feito quase absoluto e que uma vez realizado, precisará de 7 dias em OFF para voltar a poder lhe utilizar. O usuário obtém imunidade super absoluta contra controle mental.
Teorema da Loucura
Tendo se tornando a própria Personificação da Insanidade, um ser que está além do poder de um anjo comum, Oliver obteve a característica de tornar-se a própria loucura encarnada, aquele que o bom senso não se aplica, uma criatura ilógica, ainda que nas dependências de si mesmo, o que acaba dando origem a essa poderosa habilidade. Para dar resumo, ela faz com que certos efeitos que aplicados sobre o usuário acabem sendo distorcidos sob certas condições, alterando então a maneira com a qual estes fenômenos irão afetar
Nível 1000-1099: Inicialmente a habilidade possui somente uma escala quase absoluta, suas capacidades já sendo consideravelmente mais poderosas, começando com o fato de que qualquer estímulo sensorial que venha a alcançar o usuário acaba tendo distorcida a forma com a qual afetará o usuário, sejam eles estímulos olfativos, ópticos, táteis, auditivos ou gustativos, adulterados segundo sua perspectiva para algo que seja agradável a ele de forma a lhe deixar da forma mais confortável possível, conforme essas condições. A dor sentida pelo tato poderia ser transformada em prazer, sons agudos detectados pela sua audição acabariam sendo interpretados como uma sinfonia melódica, sabores nojentos que provasse por seu paladar acabariam sendo o mesmo que provar o mais saboroso dos pratos, o odor de um amontoado de fezes que seu olfato viesse a cheirar acabaria sendo alterado para o mesmo que um extrato de jardim, e por fim, caso sua visão detectasse uma coisa que desgoste, acabaria enxergando na verdade algo agradável para si. Válido ressaltar que isso age somente alterando a forma como o usuário percebe as coisas, seja de estímulos sensoriais recebidos pela ocorrência de poderes ou simplesmente pelo mundo ao seu redor, sendo fato que isso altera as informações por ele recebidas para a forma que seja melhor para ele, sempre priorizando o que seria mais agradável para a perspectiva da deidade caótica. Estes fenômenos ocorrem não por meio de um simples autocontrole, mas pelo fato da habilidade, assim como todo o cargo divino, serem derivados dos fundamentos da própria ilógica, caos e insanidade, não seguindo uma linha lógica. Seu efeito se mostrando digno do fato desta ser uma habilidade passiva, agindo conforme a velocidade de percepção do usuário.
Nível 1100-1199: Uma vez que a habilidade atinge o ápice da perfeição em termos de percepção, ela se torna absoluta, passando a agir não apenas sobre estímulos sensoriais, mas também sobre os efeitos que atingem o corpo físico do usuário em qualquer nível, segundo parâmetro de poder absoluto. Neste estágio, a própria lógica que rege o funcionamento do organismo é rompida, fazendo com que todo tipo de dano, impacto ou fenômeno físicos que antes seriam inevitáveis agora sejam transformados em algo irrelevante ou até mesmo benéfico, sempre segundo a distorção caótica da habilidade. Assim, golpes que poderiam esmagar ossos podem ser reinterpretados como uma massagem revigorante, queimaduras como um calor reconfortante ou cortes como simples toques inofensivos. Ainda que esta manipulação da ilógica esteja restrita ao corpo orgânico, ela garante ao usuário uma resiliência que ultrapassa invulnerabilidade convencional, pois não se trata de resistir ao dano, mas de redefinir completamente como ele o afeta através do poder do caos.
Nível 1200-1299: Ao atingir este estágio, o Teorema da Loucura se consolida como uma distorção total das leis que regem a realidade física e energética. O usuário já não é afetado de maneira convencional por nenhum tipo de ataque, fenômeno ou influência que possua forma, fluxo ou manifestação concreta contra o seu físico. O mundo é subjugado pela ilógica do portador, perdendo coerência e sendo reinterpretados conforme sua natureza caótica. Raios, explosões, queimaduras, maldições físicas ou encantamentos diretos se tornam incapazes de exercer sua função original, transformando-se em sensações agradáveis, em manifestações de vigor ou em simples fenômenos estéticos sem impacto real. Essa capacidade, contudo, ainda se limita ao domínio tangível, pois o Teorema não chega a afetar diretamente abstrações puras, conceitos ou leis existenciais, agindo apenas sobre o que possui manifestação perceptível dentro da realidade. Assim, o usuário torna-se uma anomalia viva que distorce o funcionamento do mundo ao seu redor, mas sem ainda corromper os fundamentos que o sustentam.
Nível 1300-1400: No auge do poder, além de se tornar uma habilidade super absoluta, o Teorema da Loucura ultrapassa a barreira do tangível e começa a afetar as camadas sutis da existência, não dominando os conceitos, mas distorcendo a forma como eles o reconhecem. As abstrações que definem o mundo físico, como dor, destruição, morte, causalidade ou ordem, perdem coerência ao tentar interagir com o portador, sendo compelidas a se manifestar de maneira incoerente ou paradoxal. A dor pode existir, mas se converte em êxtase; a destruição pode ocorrer, mas se transforma em reconstrução; a própria morte, ao tocá-lo, se torna incapaz de decidir se o leva ou o devolve. Ele não anula os princípios cósmico, mas os enlouquece. Cada conceito que tenta impor-se sobre o usuário entra em colapso de significado, corrompendo-se até gerar um resultado imprevisível, geralmente favorável à existência insana que o sustenta. Nesse nível, o Teorema deixa de ser apenas um escudo ou distorção: ele se torna um princípio autônomo de contradição, uma força viva que faz a própria realidade hesitar entre o que é e o que não pode ser.
Ecos da Loucura Primordial
Esta habilidade é a manifestação passiva de Oliver como a Personificação da Insanidade. Sua existência exala o caos psíquico que ele incorpora. A habilidade não é um ataque mental direto, mas sim uma "ressonância" inevitável. Quando outros seres obtêm informações sensoriais sobre Oliver, eles não estão apenas percebendo-o; eles estão inadvertidamente abrindo um canal e criando uma ligação direta com a identidade do deus da insânia. A profundidade dessa ligação e a devastação resultante dependem da intimidade do sentido utilizado para percebê-lo.
Nível 1000-1099: Ao sentir o cheiro anômalo de Oliver, uma fragrância anormal que mistura ozônio, estática e a poeira de bibliotecas esquecidas, a mente do alvo é superficialmente conectada ao caos psíquico. Em escala rasa, esta ligação não causa loucura imediata, mas sim uma dissonância sensorial. Os sentidos do alvo tornam-se fundamentalmente não confiáveis: ele passa a ouvir cores, ver sons, ou sentir o gosto de emoções. Esta confusão sensorial perturba severamente sua concentração, tornando feitos complexos ou manobras precisas quase impossíveis, pois sua percepção da realidade imediata está quebrada, incapaz de ter precisão por meio das informações que possui sobre o mundo exterior. Os efeitos duram somente a rodada de uso, precisando aguardar mais 6 rodadas para que um ser afetado por essa habilidade possa ser influenciado por ela novamente.
Nível 1100-1199: Ao ouvir o som da voz de Oliver, que ressoa em frequências sub-harmônicas e paradoxais, um link direto é estabelecido com o "poço de toda a instabilidade mental". Com a habilidade alcançando escala quase absoluta, o alvo é forçado a experimentar um reflexo direto de toda a desgraça que habita a mente de Oliver. Isso se manifesta como uma estagnação do desespero. O alvo é sobrecarregado por um peso existencial absoluto, revivendo cada fracasso, medo e arrependimento de sua vida simultaneamente. O efeito é uma paralisia catatônica, onde o corpo congela enquanto a mente é afogada em um pesadelo interior vívido e inescapável, preso no interior de sua própria mente. Os efeitos duram 2 rodadas, precisando aguardar mais 5 rodadas para que um ser afetado por essa habilidade possa ser influenciado por ela novamente.
Nível 1200-1299: O contato físico com a pele, energia ou aura de Oliver estabelece uma ligação absoluta, sendo essa a escala da habilidade a partir deste momento. O toque age como um conduíte de alta voltagem que não apenas conecta, mas transfere um fragmento da identidade do deus da insânia para a mente da vítima. O efeito é a fragmentação da identidade. A mente do alvo, incapaz de conter ou processar o caos primordial, sofre uma falha catastrófica. A personalidade, as memórias e o próprio senso de "eu" do alvo são irrevogavelmente estilhaçados. O alvo não fica "louco" no sentido tradicional; ele deixa de ser quem era, tornando-se uma casca vazia, uma marionete de seus próprios impulsos contraditórios ou um receptáculo de ecos caóticos. Os efeitos duram 4 rodadas, precisando aguardar mais 3 rodadas para que um ser afetado por essa habilidade possa ser influenciado por ela novamente.
Nível 1300-1400: Ao olhar diretamente para a verdadeira forma de Oliver, o observador sofre a penalidade máxima: um colapso completo entre mente e corpo, isso devido ao fato da habilitação agora estar na escala super absoluta. A visão da insanidade pura age como um vírus conceitual que corrompe a conexão entre o cérebro e a forma física. O efeito é a metamorfose axiomática, onde a mente do alvo, agora irrevogavelmente quebrada e preenchida com a "verdade" caótica de Oliver, perde o controle sobre sua própria biologia. O corpo do alvo começa a se contorcer, a se liquefazer e a se reconfigurar em uma manifestação física de sua própria loucura interna — uma massa amorfa de membros extras, rostos gritando ou geometria impossível. O alvo não morre, mas é transformado em uma aberração ambulante, um monumento vivo e sofredor da insanidade que testemunhou, com sua mente presa dentro do corpo monstruoso que ela mesma criou. Quanto aos demais efeitos, agora duram por 14 dias em OFF.
Erupção do Poço Psíquico
Oliver cessa ativamente de conter o "poço do próprio caos psíquico" que reside dentro dele. Ele abre uma fenda em sua própria consciência e permite que a insanidade primordial vaze e "erupcione" no mundo físico. Isso não é uma ilusão ou um ataque mental, mas a sobreposição temporária e absoluta da paisagem mental insana de Oliver sobre a realidade consensual, forçando tudo dentro dela a obedecer às leis do delírio. Sendo que após utilizar, sua habilidade entrará em tempo de recarga de 7 dias off.
Nível 1000-1099: Oliver libera uma onda inicial de sua psique. O efeito é imediato: a realidade física em uma área equivalente a uma cidade é sobrescrita pelas percepções sensoriais de Oliver. A gravidade pode fluir para o lado porque Oliver sente que o chão é uma parede; o ar pode se tornar visível e pegajoso como melaço; as cores podem emitir sons ensurdecedores. Os alvos dentro desta zona são forçados a existir em um ambiente onde as leis da física são ditadas por um delírio, tornando seus movimentos e poderes quase inúteis enquanto tentam navegar em um mundo que não faz sentido, uma vez que as leis da física são levemente dobradas pelo usuário. Velocidade de ataque de 50% SOL, potência de ataque de nível de sistema solar.
Nível 1100-1199: A erupção se aprofunda. A paisagem mental de Oliver agora não apenas altera as leis, mas começa a materializar seus conteúdos. Os "reflexos de toda a desgraça" se tornam entidades físicas: medos paranoicos se manifestam como sombras angulares com garras reais; ansiedades se tornam enxames de insetos feitos de estática que corroem a vontade; e memórias fragmentadas de Oliver se projetam como tempestades de vidro quebrado. Os alvos não estão mais apenas em um ambiente confuso; eles estão sendo ativamente caçados e destruídos pelas manifestações físicas da loucura de Oliver. Velocidade de ataque de 60% SOL, potência de ataque de nível de múltiplos sistemas solares.
Nível 1200-1299: Neste nível, a paisagem mental manifestada para de ser apenas um ambiente hostil e começa a "puxar" os alvos para dentro dela. As mentes dos que estão presos na zona de erupção começam a se dissolver. A barreira entre o "eu" do alvo e a insanidade de Oliver desaparece. O alvo começa a adotar as memórias, os medos e os delírios de Oliver como se fossem seus. Seus corpos começam a se contorcer, tentando imitar as criaturas que veem, perdendo sua identidade e se tornando apenas mais uma parte da paisagem mental manifestada. Velocidade de ataque de 70% SOL, potência de ataque de nível de nível galático.
Nível 1300-1400: No ápice, Oliver reverte o fluxo. Em vez de vazar sua mente para fora, ele usa a conexão já estabelecida para puxar seus alvos para dentro. Com um ato de vontade, a "Erupção" colapsa, sugando a consciência (a alma, a mente, a identidade) de todos os alvos afetados diretamente para o "poço do caos psíquico" dentro de sua própria essência. Seus corpos físicos caem no mundo real, catatônicos e vazios. Suas mentes, no entanto, estão perdidas, aprisionadas para sempre no núcleo da mente da própria Personificação da Insanidade, servindo como alimento eterno para o caos primordial. Velocidade de ataque de 80% SOL, potência de ataque de nível Galaxy 5+.
Legião dos Loucos Agraciados
A habilidade representa o ato supremo de “cultivo da insanidade” por parte de Oliver, o Deus da Loucura. Ela não cria a demência, mas a lapida, utilizando mentes quebradas como matéria-prima para gerar guerreiros moldados à imagem do caos. Esses seres, outrora vítimas da própria mente, tornam-se exércitos vivos sob a influência direta de Oliver, convertidos em extensões de sua essência caótica. A transformação só pode ocorrer em indivíduos cuja sanidade já foi comprometida; sem loucura, não há canal. Cada Agraciado forjado pela vontade de Oliver carrega uma centelha de sua percepção divina, onde suas mentes passam a operar em um fluxo de realidade distinto, expandindo sua percepção temporal, velocidade de reação e força física até limites cósmicos.
Nível 1000-1099: A insanidade latente nos afetados é despertada e solidificada em forma carnal. Oliver canaliza um fragmento ínfimo de sua divindade e o injeta no hospedeiro, reformando corpo e mente sob o molde da dissonância. Os Agraciados Menores adquirem sentidos amplificados ao ponto da sobreposição perceptiva — enxergam vibrações térmicas, ondas de som e distorções quânticas. Sua reação e velocidade de percepção alcançam até 2% da velocidade da luz (SOL), permitindo-lhes reagir a ataques antes mesmo de serem conscientemente percebidos. Fisicamente, suas estruturas biológicas são reconfiguradas para resistir a impactos que destruiriam planetoides menores, e suas investidas podem despedaçar montanhas com pura força cinética. Ainda assim, sua forma é instável, sem a presença de Oliver, dissolvem-se em fragmentos mentais e carne líquida após o combate.
Nível 1100-1199: A ligação entre corpo e caos torna-se permanente. Os Portadores do Delírio operam como nodos vivos da consciência coletiva de Oliver, seus cérebros pulsando com a mesma frequência da insanidade primordial. Cada movimento é calculado por uma miríade de mentes unificadas, onde suas reações e percepção ultrapassam os 5% da velocidade da luz. Seus corpos tornam-se compostos por tecidos adaptativos, densos e autocurativos, permitindo-lhes resistir a forças equivalentes à destruição de luas inteiras. Em batalha, compartilham percepções em tempo real, tornando-se um enxame sincronizado que reage a ameaças antes de surgirem. Seus gritos distorcem o espaço em vibrações psíquicas que enfraquecem as defesas mentais dos que já beiram a insanidade, preparando-os para conversão futura.
Nível 1200-1299: Neste estágio, a loucura não é apenas um estado; é a arquitetura biológica dos seres. Os Cavaleiros do Transtorno manifestam corpos e mentes em simbiose perfeita com o caos. Sua percepção do tempo é fragmentada em múltiplas linhas simultâneas, permitindo-lhes reagir e ter percepção em velocidades que alcançam até 10% da velocidade da luz, com suas ações parecem múltiplas versões coexistindo e colapsando num só instante. Sua durabilidade e poder ofensivo atingem escalas capazes de destruir e resistir ao poder equivalente a corpos estelares inteiros. Cada golpe carrega uma reverberação psíquica que solidifica a insanidade dos oponentes, tornando-os suscetíveis à conversão instantânea. Quando um cavaleiro mata um ser enlouquecido, esse ser é absorvido e renascido como um novo Agraciado, unindo-se à legião.
Nível 1300-1400: No ápice, Oliver transforma seus escolhidos em Apóstolos da Insanidade Pura, manifestações autônomas de sua própria loucura divina. Não são mais corpos físicos, mas a loucura que assume forma tangível, sustentados pela energia psíquica do delírio cósmico. Sua percepção transcende a cronologia, onde cada instante é simultâneo, percebendo o passado, presente e futuro através de seus sentidos físicos, com um espaço de tempo de uma hora. Esses seres possuem velocidade de percepção e reação equivalente a 10% SOL, durabilidade e potencial destrutivo em nível de sistema solar, capazes de resistir ou destruir forças estelares completas com um único surto de energia. Ao existir, distorcem o espaço à sua volta, transformando o campo de batalha em uma tapeçaria viva de insanidade. Seres que já possuem desequilíbrios mentais dentro de seu raio sensorial são inevitavelmente “afinados”, moldados e assimilados como novos soldados. No entanto, mentes lúcidas permanecem intocáveis; a sanidade, paradoxalmente, é o único escudo absoluto contra a dádiva de Oliver. O poder torna-se absoluto neste nível.

