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SETE CAMINHOS DOS ARCONTES

       O NÍVEL RASO       

Criada pelos Arcontes, esta força primordial só pode ser acessada por seres escolhidos diretamente pelos ditos cujos, concedidos a seres que entram em contato direto com o poder divino de tais seres, tornando-os canais do poder dessas entidades. No entanto, por trás dessa dádiva, esconde-se um propósito enigmático: a necessidade dessas criaturas de trocarem de corpo periodicamente. A escolha de um receptáculo perfeito pode levar eras, mas quando finalmente selecionam uma cascata definitiva, o receptáculo sofre uma aniquilação existencial total, e todos os outros competidores enfrentam a temida Obliteração Existencial. Além disso, é dito que a energia sobrenatural e a energia arcôntica são antagônicas, impossibilitando aqueles abençoados pelos seres lovecraftianos de receberem a força dos Sete Arcontes.

 

Caminho dos Ciclos: O poder ativo do caminho de Yobel concede ao usuário a capacidade pseudo-onipotente sobre o tempo cíclico, relacionado com a repetição, retorno e renovação de eventos, diferente do tempo linear, que avança em linha reta, com começo (passado) e fim (futuro), valorizando a evolução, o progresso e eventos únicos. É um poder distinto, mesmo entre os poderes arconticos, onde o usuário será capaz de criar, manipular, ou distorcer ciclos de qualquer tipo para qualquer coisa que exista, sejam eles materiais, espirituais, mentais ou de conceitos abstratos, como ciclos que repetem um certo espaço de tempo ocorrido, ciclos sobre o circular da vida e da morte e muitas coisas mais. Efeitos longínquos da habilidade podem permanecer por 60 dias em OFF. O poder deste iter possui uma velocidade de ataque equivalente a da penúltima forma da “linha cósmica” que os níveis do usuário lhe permitiriam acessar (não sendo necessário a possuir no inventário).

 

Caminho do Caos: O poder ativo concedido por Belias é nada mais que a capacidade de influenciar o caos em escala pseudo-onipotente, tendo autoridade sobre os fundamentos da desordem, imprevisibilidade e instabilidade através deste poder que desafia a lógica e é inerentemente indomável. O poder do caos pode influenciar sistemas, sequências e padrões de diferentes maneiras, afetando o plano físico, mental, e espiritual, ao ponto de afetar até mesmo conceitos abstratos por meio da escala toda-poderosa dessa habilidade, uma vez que, como dito, nem a lógica pode confrontar essa habilidade divina. Tudo o que está presente na existência e nos planos citados anteriormente são alvos em potencial para essa habilidade, até mesmo a realidade podendo se fragmentar por meio do caos primordial de Belias. Efeitos longínquos da habilidade podem permanecer por 60 dias em OFF. O poder deste iter possui uma velocidade de ataque equivalente a da penúltima forma da “linha cósmica” que os níveis do usuário lhe permitiriam acessar (não sendo necessário a possuir no inventário). 

 

Caminho da Observação: O poder passivo concedido por Harmas se manifesta como uma alta capacidade de percepção visual, equivalentes a penúltima forma da “linha cósmica” que os níveis do usuário lhe permitiriam acessar (não sendo necessário a possuir no inventário), além de também receber todas as vantagens concedidas pelas escala pseudo-onipotente no que se refere ao aspecto de percepção, incluindo a velocidade de percepção que é a mesma da penúltima forma cósmica do usuário, mas amplificada por três, ou caso faça uso juntamente a uma transformação, receberá as vantagens comuns concedidos pela escala supracitada, o que também se aplica caso o usuário possua atributos naturalmente superiores aos concedidos pelo poder do “iter”, naturalmente. Sua visão pseudo-onipotente é poderosa, observando o plano material, espiritual, mental, e essencial em 360°, não apenas no momento presente, mas também o passado e o futuro daquela região simultaneamente, além de que é capaz de assimilar e compreender qualquer tipo de informação que perceba nos planos que a sua percepção alcança, como por exemplo, conseguir literalmente ver os pensamentos dos seres vivos que observa o corpo mental através de sua visão. O portador deste iter acaba possuindo imunidade pseudo-onipotente contra controle sensorial.

Caminho dos Mistérios: O poder de Kalila-Oumbri possui duas capacidades, ambas em nível pseudo-onipotente, ambas conseguindo exercer um alto domínio do amor sobre os seres, sendo as seguintes capacidades:

  • Controle dos Mistérios: Por meio deste poder ativo, a casca de arconte conseguirá controlar e determinar o grau de perceptibilidade, ocultação e compreensibilidade de tudo o que existe, seja em plano material, espiritual, mental ou mesmo conceitos abstratos. Por meio disso o indivíduo se torna capaz de controlar não só o que é perceptível, mas também o que é palpável ou notado por diferentes formas de percepção, mas também sendo capaz de ocultar coisas que se encaixam naquilo que está dentro dos domínios da habilidade, e por último, capaz até mesmo de manipular o entendimento e o grau de entendimento necessário para compreender certas coisas, dessa maneira podendo determinar o quão capaz alguém deve ser capaz para entender aquilo que um determinado alvo do usuário ou decidir aquilo que o alvo é capaz de entender, como decidir se ele é ou não capaz de entender como usar seus próprios poderes, por exemplo. Efeitos longínquos da habilidade podem permanecer por 60 dias em OFF. O poder deste iter possui uma velocidade de ataque equivalente a da penúltima forma da “linha cósmica” que os níveis do usuário lhe permitiriam acessar (não sendo necessário a possuir no inventário).

 

  • Eu Incognoscível: Por meio dessa habilidade passiva, a casca de arconte possuirá uma existência insondável/desconhecida, visto que todas as informações, conhecimento, história, origem, etc., são totalmente desconhecidas ou um completo mistério; portanto, não pode ser comparado a nenhuma outra existência. Investigar sua história, como surgiu, o que lhe permitiu existir em primeiro lugar, ou mesmo se existe, seria impossível. Como sua origem e até mesmo a própria essência/natureza de seu ser são um mistério, é impossível categorizá-los de qualquer forma, incluindo se estão vivos, mortos, mortos-vivos, imortais, indeterminados, autocriados, não criados ou possivelmente algo completamente diferente, mesmo que sejam humanos, demônios, deuses, espíritos, bestas/monstros, ameaças, amigos/inimigos, horrores cósmicos, poderosos/fracos etc. Se ao menos possuem algum tipo de história ou origem, ela não pode ser rastreada ou compreendida por ninguém. Além disto, este iter faz com que o indivíduo seja seja invisível e indetectável por qualquer coisa, tornando-se impossível de ser detectado visualmente, fisicamente, conceitualmente, etc., por qualquer meio, incluindo magia, tecnologia, seres divinos, etc.

 

Caminho do Material: O caminho de Abrisene concede ao seu portador a capacidade ativa pseudo-onipotente de criar, moldar e manipular energias físicas, ou seja, energias naturais que podem existir em formas potenciais, cinéticas, térmicas, elétricas, químicas, nucleares ou várias outras, como energia gravitacional, cromodinâmica, quântica, etc. É um poder divino que o usuário possui, ainda que restrito unicamente ser utilizado como uma autoridade sobre energias físicas, restrita, mas com a característica que é capaz de sobrepujar outras autoridades de energias físicas, mesmo que sejam de escala pseudo-onipotente. O poder deste iter possui uma velocidade de ataque equivalente a da penúltima forma da “linha cósmica” que os níveis do usuário lhe permitiriam acessar (não sendo necessário a possuir no inventário). O portador deste iter acaba possuindo imunidade pseudo-onipotente contra energias e controle energético.

Caminho da Morte: O poder ativo de Athoth concede ao usuário um controle pseudo-onipotente sobre a morte em si, seja ela aplicada no plano físico, material, espiritual e até mental ao ceifar memórias e com isso apagar lembranças. Encarnando a morte em si, dando a morte a qualquer coisa, basta desejar. Efeitos longínquos da habilidade podem permanecer por 60 dias em OFF. O poder deste iter possui uma velocidade de ataque equivalente a da penúltima forma da "linha cósmica" que os níveis usuário lhe permitiriam acessar (não sendo necessário a possuir no inventário).

Caminho da Ilusão: Trata-se de um poder ativo concedido por Paraplex, pelo qual o usuário obtém controle da ilusão em escala pseudo-onipotente, não limitada aos cinco sentidos comuns, sendo, portanto, um conceito metafísico, alcança percepção espiritual, extra sensorial, psíquica não se limitando ao estado único mental deste poder, fazendo com que as experiências vividas e aquilo criado tenha efeitos no mundo físico e nos alvos. Confundindo tudo, desde a mente, os sentidos, vontades e até o que a alma interpreta. É difícil mensurar o que isso não permite fazer, já que a própria ideia de ilusão não possui forma fixa, regra, ou limitação, pois sua única fronteira é a criatividade do portador. Mesmo quando desativado, efeitos longínquos da habilidade podem permanecer por 60 dias em OFF, estáveis o suficiente para continuar ativos no mundo, ainda que o usuário venha a morrer. O poder deste iter possui uma velocidade de ataque equivalente a da penúltima forma da “linha cósmica” que os níveis do usuário lhe permitiriam acessar (não sendo necessário a possuir no inventário). O portador deste iter acaba possuindo imunidade mental pseudo-onipotente. 

       POSSESSÃO ARCÔNTICA PARCIAL       

Possessão Arcôntica Parcial: A possessão arcôntica parcial é um estado avançado do poder deste adicional, no qual o usuário estreita as diferenças entre seu indivíduo e o arconte que lhe provém o poder, o que acaba por amplificar absurdamente a quantia de poder que o poder que o “iter” estará lhe proporcionando, mas ao custo de que se tornará um ser distinto, nascido da união da personalidade do próprio usuário e do arconte fornecedor, apesar de que a personalidade do portador será a predominante neste caso. Os efeitos da possessão na aparência do usuário podem existir de diferentes formas, a mais comum sendo o surgimento de uma outra face em algum local de seu corpo, a qual age independentemente de seu ser. A segunda opção de transformação física pela possessão é algo oriundo do inconsciente do portador, fazendo seu corpo encarnar características de seu poder durante a possessão, mas a terceira opção é a mais rara, onde o corpo do usuário obtém traços de uma quimera, onde obtém partes de animais enquanto seu tronco permanece humano. A possessão é algo como uma fusão de dois indivíduos, entretanto, existem diferentes condições de ativação e diferentes benefícios concedidos pelas possessões de diferentes Arcontes, com a descrição vindo a seguir:


 

Caminho dos Ciclos: Para começar, a possessão parcial do arconte Yobel só é alcançada quando o indivíduo se vê danificado por um ferimento fatal, e a partir disso ele conseguirá a força para quebrar aquele ciclo, onde apesar de seguir com a vontade dominante, o personagem acaba acaba no controle das ações, enquanto sua face é deformada ao ponto de lembrar o rosto de um abutre. O indivíduo acaba recebendo uma nova habilidade nesse estado, o poder passivo que nasce da ligação com os conceitos da renovação e repetição, sendo a capacidade da ressurreição pseudo-onipotente. Este poder, diferente de outros tantos, não irá fazer com que o usuário se torne mais poderoso, mas sim um ser que beira a verdadeira imortalidade, uma vez que é capaz de se restaurar completamente, anulando instantaneamente qualquer tipo de dano, condição ou destruição e retendo todos os seus aspectos, desde que tenha sido levado ao fim de sua vida, seja por morte ou apagamento. Isso inclui memórias, personalidade, experiências, consciência, alma, corpo e, no caso dessa habilidade, até mesmo objetos pessoais e mascotes que estejam consigo naquele momento, com a habilidade agindo em sua velocidade de reação. O fato de alcançar a possessão acaba também garantindo que o usuário receba um acréscimo de potencial e durabilidade iguais aos atributos da Transformação da “Linha Cósmica” que os seus níveis permitem utilizar, mesmo que não a tenha no inventário. Isso também acaba valendo para atributos de velocidade, sendo para as mesmas velocidades, mas três vezes maior do que a transformação normalmente concederia. A ativação da possessão ocorre na velocidade de percepção que o usuário possui no momento prévio ao despertar deste estado.


 

Caminho do Caos: O gatilho para alcançar a possessão parcial do arconte Belias é distinta, não bastando únicamente que o indivíduo se veja afetado por um ferimento fatal, mas sim a necessidade de que sua mente tenha se perdido em meio ao caos, e quando alcança esse estado, o usuário imediatamente se vê com a aparência alterada na região da face, que passa então a ser coberta por chamas púrpura, enquanto sua mente se vê mais conturbada, dedicada a nada mais que o rumo do caos irrefreável. Seu portador não recebe uma habilidade ativa, mas uma passiva, um poder divino que o torna o destruidor de todas as coisas, onde passivamente será capaz de romper imunidade e durabilidade de qualquer ser ou coisa existente, assim como será capaz de interagir com entidades não só físicas, mas também espirituais, mentais e conceitualmente abstratas, e por último, qualquer meio que possibilite regeneração/reconstrução/recriação, acaba por ser negado por essa habilidade de escala pseudo-onipotente que torna o usuário em uma verdadeira máquina de destruição. O fato de alcançar a possessão acaba também garantindo que o usuário receba um acréscimo de potencial e durabilidade iguais aos atributos da Transformação da “Linha Cósmica” que os seus níveis permitem utilizar, mesmo que não a tenha no inventário. Isso também acaba valendo para atributos de velocidade, sendo para as mesmas velocidades, mas três vezes maior do que a transformação normalmente concederia. A ativação da possessão ocorre na velocidade de reação que o usuário possui no momento prévio ao despertar deste estado.


 

Caminho da Observação: A possessão parcial da casca de Harmas é distinta, nascendo de um constante sentimento de inveja e repressão que o usuário venha a ter desenvolvido dentro de si por ao menos duas rodadas em relação ao seu adversário, e uma vez que consiga cumprir isso, sua mente será distorcida, elevando o sentimento de inveja que pode ter vindo a nascer dentro de si contra aquele ser, passando então a desenvolver uma vontade de tomar tudo aquilo que ele possui. Sobre alterações físicas perceptíveis, apenas ocorre o surgimento constante de olhos pelo corpo do usuário em sua velocidade de percepção, mas nada mais que isso. Sobre seu poder divino, é algo que vem apoiado pelo grau de percepção da visão do personagem, que agora acaba sendo de uma área equivalente ao da última forma da linha cósmica que ele é capaz de utilizar por si só (mesmo que não a tenha no inventário). Sobre a nova capacidade, ela é um dom ativo nascido da maior conexão com a inveja e a repressão, onde o usuário será portador da capacidade ativa de selar qualquer coisa, seja do plano material, espiritual, mental, metafísico, ou mesmo se for conceitualmente abstrato, tudo isso por meio da capacidade pseudo-onipotente de fechar/selar qualquer ser ou coisa que esteja completamente em seu campo de visão, ou selar frações de seres e coisas que estejam no seu alcance de visão. O fato de alcançar a possessão acaba também garantindo que o usuário receba um acréscimo de potencial e durabilidade iguais aos atributos da Transformação da “Linha Cósmica” que os seus níveis permitem utilizar, mesmo que não a tenha no inventário. Isso também acaba valendo para atributos de velocidade, sendo para as mesmas velocidades, mas três vezes maior do que a transformação normalmente concederia, enquanto que a velocidade de percepção será 6 vezes maior que o normal. A ativação da possessão ocorre na velocidade de percepção que o usuário possui no momento prévio ao despertar deste estado. Efeitos longínquos da habilidade podem permanecer por 60 dias em OFF.


 

Caminho dos Mistérios: A casca de Kalila-Oumbri possui um diferencial para alcançar o estado de possessão parcial, onde é necessário que o usuário, em uma situação de extrema tensão, permaneça inerte por duas rodadas inteiras, independentemente do tipo de estímulo sensorial que venha a receber ou do que ocorra, o usuário deve permanecer estático, apenas testemunhando tudo o que ocorre, mas uma vez que tem sucesso em o fazer, acaba por estreitar as diferenças entre o personagem e o arconte, ao ponto de que este enfim venha a unir-se parcialmente ao indivíduo em uma possessão. A mente é sim distorcida, onde todo o aspecto emocional da casca do arconte em questão acaba por ser reprimido, tornando-o em uma figura apática e indiferente a tudo e todos, exceto aos por ele são queridos e aos seus próprios interesses. É a personalidade do arconte se mostrando através do usuário, enquanto que no corpo as alterações são mais sutis, limitadas a não mais que brilhos esverdeados que se revelam em todos os canais sanguíneos do ser em questão. Sobre seus feitos de poder, é nesse momento que o usuário desperta o poder do esquecimento pseudo-onipotente, não o simples fenômeno mental, mas o ato cósmico onde tudo desaparece sem registros a serem obtidos, como se simplesmente não houvesse acontecido, perdido na história da linha do tempo e da realidade. Este é um poder passivo, que seu poder se revela no seguinte cenário: todo tipo de informação, conhecimento, capacidade ou talento que um alguém que esteja sob a percepção do usuário ou que esteja lhe testemunhando naquele momento tenha, caso este fique uma rodada inteira sem a utilizar, lembrar ou aplicar, fará com que o efeito passivo deste poder seja aplicado de forma pseudo-onipotente na velocidade de reação da casca de Kalila, com o esquecimento conceitual sendo aplicado, fazendo com que essa capacidade seja esquecida pelo indivíduo em nível conceitual, onde não haverão resquícios ou registros de que este um dia as possuiu, não só no presente, mas em todo o histórico do passado e realidade do personagem, como se essas posses nunca houvessem sido factuais. O fato de alcançar a possessão acaba também garantindo que o usuário receba um acréscimo de potencial e durabilidade iguais aos atributos da Transformação da “Linha Cósmica” que os seus níveis permitem utilizar, mesmo que não a tenha no inventário. Isso também acaba valendo para atributos de velocidade, sendo para as mesmas velocidades, mas três vezes maior do que a transformação normalmente concederia. A ativação da possessão ocorre na velocidade de percepção que o usuário possui no momento prévio ao despertar deste estado. Efeitos longínquos da habilidade podem permanecer por 60 dias em OFF.


 

Caminho do Material: No caso da casca de Abrisene, a possessão parcial pode surgir quando este tem todo seu corpo físico destruído por uma força externa que ele é incapaz de confrontar, sendo a única condição necessária para que se desperte essa possessão parcial, que diferente das outras, não causa uma mudança em sua personalidade, ainda que todo o corpo do usuário passe a ser feito por um aglomerado de energia arcôntica condensada em forma humanoide. Nesse estado, o usuário acaba por receber a autoridade a pseudo-onipotente sobre o plano físico, incapaz de criar algo, limitado a controlar e distorcer aquilo que é preexistente no plano material, independentemente da escala da habilidade. Através disso, o usuário se vê no poder de manipular as realidades físicas das coisas no cosmos, podendo distorcer e manipular todas as qualidades não esotéricas, como todas as formas de energia, incluindo som, luz, plasma, energia quântica e térmica, e indo além, se vê capaz de controlar as quatro forças fundamentais, controlar a matéria e até mesmo distorcer o espaço-tempo presente através de seu poder. O fato de alcançar a possessão acaba também garantindo que o usuário receba um acréscimo de potencial e durabilidade iguais aos atributos da Transformação da “Linha Cósmica” que os seus níveis permitem utilizar, mesmo que não a tenha no inventário. Isso também acaba valendo para atributos de velocidade, sendo para as mesmas velocidades, mas três vezes maior do que a transformação normalmente concederia. A ativação da possessão ocorre na velocidade de reação que o usuário possui no momento prévio ao despertar deste estado. Efeitos longínquos da habilidade podem permanecer por 60 dias em OFF.

Caminho da Morte: Surge em momentos no qual a casca está cercada da morte, no sentido mais literal possível — corpos e corpos, desde que seja recente. Nesse estado, acaba se tornando um ser completamente desprovido de sentimentos, emoções ou qualquer esboço de humanidade! Acaba se tornando uma entidade completamente direcionada a propagar a morte indiscriminadamente, sem discernir entre aliados e inimigos. Assim, o usuário deste poder acaba aplicando seu poder em conceitos mais relevantes e específicos. Consegue ceifar habilidades base, de modo que pode cortar o vínculo de alguma habilidade que sabe que existe com seu portador seja passivo ou ativa. Além disso, a morte através desse poder impede o retorno do inimigo por meios inferiores a este. O fato de alcançar a possessão acaba também garantindo que o usuário receba um acréscimo de potencial e durabilidade iguais aos atributos da Transformação da “Linha Cósmica” que os seus níveis permitem utilizar, mesmo que não a tenha no inventário. Isso também acaba valendo para atributos de velocidade, sendo para as mesmas velocidades, mas três vezes maior do que a transformação normalmente concede. A ativação da possessão ocorre na velocidade de reação que o usuário possui no momento prévio ao despertar deste estado.

 

Caminho da Ilusão: A possessão parcial da casca de Paraplex manifesta-se quando o indivíduo se vê descobrindo estar dentro de uma mentira que ele próprio sabe ser falsa ou não. Ou seja, precisa está em uma mentira, engano por ao menos duas rodadas. Isso incluia falar, ações ou poderes dos que estão próximos de si. Este estado não exige desespero, ódio ou fragilidade, mas sim o momento em que a realidade se torna insuportável demais para ser aceita como única verdade. Ao ocorrer, forma-se um ser híbrido onde a personalidade do usuário permanece predominante, porém agora coexistindo com a lógica ilusória de Paraplex. Os sinais comuns incluem sombras que não correspondem ao corpo, fragmentos de rostos ou expressões surgindo momentaneamente na pele. A própria existência do usuário passa a parecer instável, como se estivesse sempre ligeiramente deslocada da realidade principal, “piscando” por vezes. Neste estado, o usuário torna-se capaz de sobrepor ilusões à realidade de forma funcional, fazendo com que o que é criado ilusoriamente passe a operar como fato enquanto a possessão estiver ativa, conseguindo desfazer e influenciar ataques a sumirem ao verem como ilusão. Ataques físicos, espirituais, psíquicos ou mesmo conceituais podem ser parcial ou totalmente anulados ao atingirem as ilusões do usuário também. Além disso, o usuário pode alterar eventos, cenários e consequências por meio da ilusão, mantendo criações ativas mesmo após o fim da possessão ou da própria vida do portador, como realidades ilusórias estáveis. O fato de alcançar a possessão garante ao usuário um acréscimo de potencial, durabilidade e atributos equivalentes à Transformação da Linha Cósmica que seus níveis permitem utilizar, mesmo que não a possua no inventário. Os atributos de velocidade seguem o mesmo padrão, porém três vezes superiores ao valor normalmente concedido. A ativação da possessão ocorre na velocidade de percepção que o usuário possui no instante anterior ao despertar deste estado.

Uso: Deve-se ser entendido que o poder possuído por alguém em estado de possessão é “infinito”, onde estará sendo constantemente carregado pela energia vinda do Arconte. Porém, mesmo que não esteja escrito diretamente, este estado possui sim um limite de tempo, e ele é representado pela resolução da situação que causou o despertar deste estado, após isso, o usuário acabará retornando naturalmente para seu estado de ser, o que pode ou não causar grande ou total desgaste energético ao usuário, dependendo unicamente do poder inicial que o indivíduo possuía. Para cada rodada de uso, será necessário aguardar dois dias em OFF para poder reutilizar esse estado de ser.

       POSSESSÃO ARCÔNTICA COMPLETA       

Possessão Arcôntica Completa: A possessão arcôntica completa é um estado avançado do poder deste adicional, ainda mais restrito do que a versão parcial, se diferenciando dela no aspecto de que, ao diminuir tanto as diferenças entre o indivíduo e seu arconte provedor, em troca de um aumento massivo no poder do usuário. Entretanto, se não versão parcial ocorre uma mescla do ego de dois indivíduos, fazendo o usuário receber somente uma parte da vontade do Arconte enquanto sua consciência será a predominante, na possessão completa o contrário acontece, onde a vontade do Arconte toma controle do usuário, seja pela união das personas, pela descensão da consciência da entidade ou simplesmente pelo recebimento da vontade possuída pelo ser. Como no caso da parcial, existem diferentes condições de ativação e diferentes benefícios concedidos pelas possessões de diferentes Arcontes, com a descrição vindo a seguir:

Caminho da Morte: A Possessão Arcôntica total manifesta-se quando o usuário assume, de forma plena e consciente, o papel de Ceifador, especificamente quando mata ao menos três pessoas que conhecia, deixando de agir como portador do poder e passar a agir como a própria função da morte. Não por necessidade, defesa ou impulso, mas por ofício, desejo e prazer. Quando ele reconhece que sua existência, naquele momento, tem um único propósito: ceifar e matar. Não há emoções, hesitação ou intenção estratégica. O Ceifador não escolhe alvos por importância pessoal, mas por alcance existencial: tudo aquilo que permanece diante dele será ceifado. Se torna capaz quando nesse estado, pode matar destinos como se fossem vidas. Ao ceifá-los, ele não apenas impede que algo aconteça, mas encerra a permissão do futuro existir daquela forma, podendo evitar um evento naquele turno. Pode ceifar inclusive debuff, buff e vínculos divino, não limitado mas a habilidades mas a todo a energia divina, neutralizando poderes base e transformações e o que mais vier à sua frente, incluindo conceitos abstratos. O fato de alcançar a possessão acaba também garantindo que o usuário receba um acréscimo de potencial e durabilidade iguais aos atributos da próxima Transformação da “Linha Cósmica” que os seus níveis permitiriam utilizar, mesmo que não a tenha no inventário. Isso também acaba valendo para atributos de velocidade, sendo para as mesmas velocidades, mas três vezes maior do que a transformação normalmente concede. A ativação da possessão ocorre na velocidade de reação que o usuário possui no momento prévio ao despertar deste estado.

​Caminho da Ilusão: A possessão completa da casca de Paraplex desperta quando o usuário é efetivamente contido por um poder de selamento, aprisionamento ou negação, sem resistência ou fuga no plano mental ou energético. No momento em que a realidade confirma que ele está preso, o indivíduo abandona a noção de liberdade como algo físico e encontra na ilusão a única saída possível. As amarras deixam de ser reconhecidas como limites reais e passam a existir apenas como um engano aceito pelo mundo, não por ele. Ao perceber que a prisão só se sustenta enquanto é tomada como verdade, a casca assume essa possessão. Neste estado, o indivíduo deixa de manipular ilusões e passa a existir como um eixo de substituição da realidade, onde tudo o que é criado ilusoriamente possui prioridade sobre o real. A realidade ao redor não é distorcida, ela é reescrita por sobreposição, passando a obedecer às regras ilusórias impostas pelo usuário. Neste estágio enquanto a possessão se manter, a casca acaba entrando em um estado existencial ilusório pseudo onipotente, onde qualquer ataque, efeitos, selamentos ou interferência conceitual pode ser completamente invalidado ao ser aplicado sobre o usuário, já que a própria existência do usuário se torna meramente uma ilusão e projeção de sua vontade. O usuário torna-se capaz de criar, moldar e sustentar realidades ilusórias autônomas, capazes de persistir mesmo após sua morte, funcionando como mundos, leis e afins. A ilusão torna-se soberana conforme a criatividade e vontade do portador. O fato de alcançar a possessão completa garante ao usuário um acréscimo de potencial, durabilidade e atributos equivalentes à próxima Transformação da Linha Cósmica que seus níveis permitiriam utilizar, mesmo que não a tenha no inventário. Os atributos de velocidade seguem o mesmo padrão, porém três vezes superiores aos valores normalmente concedidos. A ativação da possessão ocorre na velocidade de percepção do usuário no momento imediatamente anterior ao despertar deste estado.

Obs: Obviamente, quando no estado de “Possessão Arcôntica Completa”, o usuário também recebe as capacidades que teria no estado de “Possessão Arcôntica Parcial”, exceto, claro, os relacionados com atributos, uma vez que recebe novos.


Uso: Deve-se ser entendido que o poder possuído por alguém em estado de possessão é “infinito”, onde estará sendo constantemente carregado pela energia vinda do Arconte. Porém, mesmo que não esteja escrito diretamente, este estado possui sim um limite de tempo, e ele é representado pela resolução da situação que causou o despertar deste estado, após isso, o usuário acabará retornando naturalmente para seu estado de ser, o que pode ou não causar grande ou total desgaste energético ao usuário, dependendo unicamente do poder inicial que o indivíduo possuía. Para cada rodada de uso, será necessário aguardar quatro dias em OFF para poder reutilizar esse estado de ser.

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