

DESTRUIDOR & TRANSFORMADOR
HISTÓRIA
Xiva,[1][2][3][4] Siva[5] ou Civa[6] (em sânscrito: शिव Śiva, lit. "O Auspicioso"), grafado Shiva em várias línguas europeias e americanas, também conhecido como Mahadeva (em sânscrito: महादेव, lit. "Grande Deus"),[7] é um dos principais deuses do hinduísmo, que juntamente com Brama e Vixnu forma a trimúrti, a trindade divina hindu. É chamado de "o Destruidor"' (ou "o Transformador")[8] e é conhecido como o auspicioso, o propício, amável, o benigno e o benevolente.[9] O nome deriva da raiz verbal śi, que significaria "aquele em tudo jaz" ou ainda śvi, que implicaria "auspicioso".[10]
SEGUIDORES DE SHIVA
Aparência: Não possuem uma aparência padrão especifica, dado o fato de serem nascidos de outros seres vivos.
Personalidade: Pessoas que seguem Shiva são muitas vezes retratadas como tendo uma profunda serenidade e um desapego dos desejos materiais. São vistos como meditativos e introspectivos, buscando o autoconhecimento e a união com o divino. A prática da yoga e da meditação é comum entre os seguidores de Shiva, visando alcançar um estado de consciência elevado.
HABILIDADES
Habilidades Passivas
Fisiologia Rudra-Shaiva
Os semideuses nascidos da linhagem de Shiva carregam em seus corpos fragmentos diretos do poder de Shiva, o princípio da destruição, transformação e ascetismo total. Sua fisiologia não é apenas sobrenatural, mas ritualística, moldada para suportar violência cósmica, estados extremos de existência e a pressão espiritual do próprio Mahadeva. Cada avanço de nível refina o corpo como uma arma viva, capaz de destruir, resistir e sobreviver onde mortais sequer existiriam.
Nível 01-10: O corpo desperta sua natureza semi-divina, possuindo velocidade de viagem de Mach 2, enquanto a velocidade de combate atinge Mach 15. Os músculos e ossos tornam-se densificados por energia divina, concedendo força e durabilidade acima do nível humano máximo, estando no patamar de um quarteirão. O semideus torna-se imune a doenças comuns, fadiga extrema e choques físicos convencionais.
Nível 11-25: A presença de Shiva se fortalece no corpo, e agora a velocidade de viagem sobe para Mach 4 e a de combate para Mach 30. A estrutura corporal passa a suportar e gerar impactos equivalentes ao nível de uma grande cidade. Os seus golpes físicos começam a gerar ondas de choque locais que se propagam na velocidade de combate por uma distância de até 30m da posição do movimento.
Nível 26-35: O corpo entra em ressonância com o aspecto destrutivo de Rudra. A velocidade de viagem alcança Mach 6, enquanto a de combate chega a Mach 45. Neste ponto a sua força e durabilidade sobem ainda mais, chegando ao nível de uma montanha. Além disso, neste nível adquirem uma baixa resistência contra destruição.
Nível 36-50: A velocidade de viagem atinge Mach 8 e a de combate Mach 60. A durabilidade e força física sobem para o nível de uma grande montanha. O corpo também acaba recebendo uma média resistência contra destruição, garantindo uma imensa resiliência em combate.
Nível 51-100: A velocidade de viagem sobe para Mach 10 e a de combate para Mach 75. A força e durabilidade acabam subindo ao nível ilha, e mais, pela sua aproximação ainda maior de sua linhagem divina, agora acabam sendo capazes de enxergar não só o plano material, mas também o plano mental com os seus olhos devido ao grande entendimento e ligação com Shiva.
Nível 101-150: O corpo se torna um receptáculo estável de poder destrutivo. A velocidade de viagem alcança Mach 12, enquanto a de combate chega a Mach 90. O indivíduo passa a possuir uma durabilidade e força física no nível de uma pequena nação. Neste ponto recebem uma alta resistência contra destruição, e agora obtêm uma baixa resistência contra controle da vontade.
Nível 151-200: A velocidade de viagem sobe para Mach 14 e a de combate para Mach 105, enquanto a força física e a durabilidade alcançam nível de uma nação mediana, mas o grande detalhe é que o corpo do usuário torna-se invulnerável, assim como sua resistência contra controle da vontade torna-se mediana.
Nível 201-250: A herança de Shiva se manifesta de forma dominante, com a velocidade de viagem atinge Mach 16, enquanto a de combate chega a Mach 120. A força física e durabilidade do usuário alcançam o nível de uma grande nação, e agora sua resistência contra controle da vontade torna-se alta.
Nível 251-300: No auge da fisiologia Rudra-Shaiva, o semideus atinge Mach 18 de velocidade de viagem e Mach 135 de velocidade de combate. A força e durabilidade alcançam plenamente o nível de múltiplos continentes, tornando o corpo uma entidade destrutiva viva. Nesse estado, o semideus é naturalmente imune contra manipulações físicas e contra controle da vontade.
Samādhi Rudra
Sendo seguidores de Shiva, naturalmente possuem um talento para as artes iogues e da meditação, garantindo então uma habilidade derivada disto.
Nível 01-10: Os seguidores iniciam o caminho do yoga devocional, adquirindo controle básico da respiração e da mente. A meditação contínua reduz o desgaste físico e mental, melhora a concentração em combate e concede baixa resistência a medo, dor e distrações externas, permitindo manter ações estáveis mesmo sob pressão.
Nível 11-25: A prática iogue aprofunda-se, permitindo ao corpo operar com eficiência superior. O fluxo de energia vital torna-se mais estável, reduzindo drasticamente fadiga, exaustão e efeitos de estresse prolongado. A mente passa a resistir contra interferências emocionais no geral e impulsos caóticos, mas ainda sendo uma baixa resistência.
Nível 26-35: O praticante alcança um estado de atenção ininterrupta. Mesmo em movimento ou combate, a meditação permanece presente, garantindo autocontrole emocional em situações extremas. A dor física passa a ser percebida como estímulo neutro, não interferindo no desempenho. Em geral, suas resistências agora são medianas.
Nível 36-50: Melhorando levemente, agora obtém alta resistência contra dor e estímulos emocionais.
Nível 51-100: O seguidor alcança um estado de samādhi funcional. A mente não é mais facilmente afetada por ilusões, confusão sensorial ou manipulações mentais tão facilmente, uma vez que a sua resistência é baixa.
Nível 101-150: A meditação passa a moldar a própria presença do praticante. Sua aura mental torna-se firme e silenciosa, dificultando a leitura emocional, influência psíquica ou indução de estados mentais artificiais. Mesmo sob ataques contínuos, a clareza de consciência permanece intacta.
Nível 151-200: O estado iogue torna-se permanente. Sono, vigília e combate passam a operar sob o mesmo nível de lucidez. A mente deixa de oscilar entre dúvida e impulso, tornando o praticante praticamente imune a efeitos de pânico, desespero ou corrupção emocional profunda pela sua resistência ser mediana.
Nível 201-250: A consciência do seguidor se aproxima do vazio meditativo de Shiva. Pensamentos intrusivos, ruídos mentais e perturbações externas perdem completamente a capacidade de desestabilizar o praticante. A vontade torna-se sólida, difícil de ser quebrada mesmo por influências, uma vez que agora sua resistência existe em alta escala.
Nível 251-300: No ápice, o seguidor atinge um estado de samādhi ainda mais poderoso. A mente torna-se um espaço imóvel e silencioso, onde apenas a intenção existe. Manipulações mentais, ilusões psicológicas e efeitos de confusão deixam de funcionar pelo fato do usuário ser imune diante destas coisas e as outras que possuíam alta resistência através desta habilidade. Enquanto mantiver sua devoção e prática, o praticante age com clareza total, serenidade e domínio completo sobre seu próprio estado de consciência.
Tirobhava
Shiva dizem ser formado por pañcānana, suas cinco faces, suas cinco formações, suas cinco atividades, e naturalmente os seguidores deste deus acabam alcançando um talento que os aproxima do deva nesse aspecto.
Nível 01-30: O seguidor desperta o princípio inicial de Tirobhava, a ocultação sagrada de Shiva. Sua presença torna-se naturalmente menos perceptível, reduzindo atenção indesejada e dificultando leituras superficiais de intenção, emoção ou hostilidade. Observadores têm dificuldade em avaliar corretamente sua força, estado mental ou propósito imediato.
Nível 31-60: A ocultação aprofunda-se para além do físico. O seguidor passa a mascarar sua energia vital e espiritual de forma instintiva, fazendo com que sentidos aguçados, percepção espiritual básica ou leitura emocional retornem informações imprecisas ou incompletas sobre ele.
Nível 61-90: A ocultação estende-se à intenção. Mesmo quando o seguidor age diretamente, sua real motivação permanece velada. Técnicas de leitura mental, empatia forçada ou sondagem espiritual encontram resistência alt, percebendo apenas camadas superficiais ou distorcidas.
Nível 91-120: O véu de Tirobhava passa a afetar a percepção do perigo. Inimigos tendem a subestimar o seguidor, julgando erroneamente sua ameaça, alcance ou preparo. Essa distorção não é ilusória, mas uma falha induzida na interpretação da realidade ao redor do devoto.
Nível 121-150: A ocultação torna-se contínua e passiva. Mesmo em combate ou sob atenção direta, a presença do seguidor não se fixa plenamente na percepção alheia. Focos, alvos prioritários e rastreamentos sofrem atrasos, desvios ou lapsos momentâneos quando direcionados a ele.
Nível 151-200: Tirobhava passa a operar em nível extracorporal limitado. Não apenas a presença, mas o impacto das manifestações físicas do seguidor é parcialmente ocultado. Seus feitos parecem menores do que realmente são, e tentativas de mensurar sua influência retornam valores inconsistentes ou incompletos.
Nível 201-250: Próximo ao ápice, a Tirobhava passa a atuar também sobre o tempo imediato. Ações do seguidor tornam-se imprevisíveis fisicamente, impossibilitando a antecipação de movimentos, decisões ou reações. Tentativas de prever seu comportamento através de análise lógica ou sensorial tornam-se progressivamente falhas, por mais que não seja uma imprevisibilidade temporal.
Nível 251-300: No ápice, o seguidor encarna plenamente Tirobhava, tornando-se um ponto de ocultação viva no mundo. Sua presença nunca é percebida de forma total por terceiros, sejam suas intenções, poder, presença e importância permanecem permanentemente velados.
Nīlakaṇṭha-Saṃdhāraṇa
Os seguidores de Shiva herdam, em escala menor, a capacidade de reter, conter e administrar aquilo que deveria corromper ou colapsar sua existência. A habilidade não concede imunidade a venenos ou efeitos nocivos. Em vez disso, impede que tais efeitos se espalhem, escalem ou cumpram sua função total. O mal não é removido, mas contido.
Nível 01-50: A benção de Shiva ao usuário concede contenção tóxica básica, e assim venenos, toxinas e efeitos corrosivos que entram em seu corpo não se propagam imediatamente. Seus efeitos são retardados e localizados, impedindo colapso rápido ou dano súbito, onde demora 50% a mais do que normalmente iria demorar para seus efeitos se manifestarem.
Nível 51-100: A contenção torna-se funcional, onde agora os efeitos nocivos internos passam a ter zona de retenção definida, não afetando sistemas adjacentes. Doses acumulativas perdem eficiência por agora demonstrar uma média resistência contra estes, e efeitos de progressão acelerada são desacelerados, com os efeitos agora demorando duas vezes mais do que normalmente iriam para se manifestarem.
Nível 101-150: Com a melhoria, venenos/toxinas/efeitos nocivos/corrosivos, sejam místicos, energéticos ou mentais deixam de causar falha sistêmica. Mesmo que ativos, seus efeitos permanecem contidos agora pelo triplo do tempo e não comprometem funções essenciais.
Nível 151-200: Com a habilidade tão mais poderosas, agora até mesmo maldições, contaminações, degenerações e efeitos de desgaste prolongado não escalam ao longo do tempo enquanto o usuário permanecer consciente. O dano ocorre, mas não se intensifica, com agora a habilidade fazendo com que as coisas descritas em algum momento como sob sua influência, demorem o quádruplo do tempo normal para mostrarem seus efeitos.
Nível 201-250: Chegando próximo do ápice da habilidade, o usuário passa a reconhecer e isolar o nocivo. Com isso, efeitos internos hostis não podem se combinar entre si nem reagir em cadeia. Tentativas de sobrecarregar o usuário por múltiplas fontes de corrupção falham em sinergizar, pois mais uma vez, acabam sendo contidas na região onde inicialmente estariam.
Nível 251-300: No auge, a habilidade não amplifica seu leque de alcance, entretanto, o aumento no tempo necessário para fazer com que as coisas sob sua influência mostrem seus efeitos acaba por ser o séxtuplo do que seria normalmente.
Kāma-Bhasmīkaraṇa – Dṛṣṭi
Quando Shiva abre o terceiro olho e incinera Kamadeva, não há ataque, gesto ou liberação de energia. O simples ato de olhar torna o princípio do desejo inaplicável à realidade contra o deva. Com base nisso, os seguidores de Shiva herdam essa autoridade ocular: aquilo que é visto por eles não pode se proteger como antes. Resistências, imunidades e proteções deixam de ser reconhecidas no instante em que entram no campo de percepção direta do usuário.
Nível 01-50: Já no começo da habilidade, alvos sob o olhar direto do usuário têm resistências físicas baixas anuladas, um efeito que se mantêm somente enquanto ficarem sob o olhar direto do seguidor de Shiva.
Nível 51-100: Evoluindo levemente, o olhar passa a anular resistências físicas medianas, uma leve melhoria das habilidades do seguidor do destruidor.
Nível 101-150: A percepção ocular do seguidor anula resistências de alta escala, desde que sejam de natureza corpórea. Porém, neste ponto, a habilidade possui a melhoria que permite com que, após os seres que tiveram as imunidades anuladas saírem de sua visão, eles ainda permanecem sem acesso às imunidades negadas até o fim daquela rodada.
Nível 151-200: O olhar alcança agora uma escala ainda mais poderosa, onde são anuladas todas as imunidades corpóreas das coisas em seu campo de visão, além da melhoria que faz com que o efeito de anulação se mantenha até a rodada seguinte ao corte do contato visual.
Nível 201-250: Próximo do pico da habilidade, o olhar passa a negar defesas diferentes, como invulnerabilidade, proteções criadas por um outro meio ou qualquer outra coisa que tenha uma interação similar ao de uma imunidade. Além disso, o efeito de anulação se mantém até duas rodadas após o cessar do contato visual.
Nível 251-300: No ápice, manifesta-se de uma forma absurdamente mais poderosa, onde toda que coisas e seres no seu campo de visão tenham (não necessariamente corpórea) será anulada pelo poder, que agora mantém seus efeitos por até três rodadas após o cessar do contato visual.
Habilidades Ativas
Tandava Rudra
Os abençoados por Shiva não destroem apenas com força bruta. Esta habilidade manifesta o Tandava, a dança cósmica da dissolução, permitindo ao usuário induzir, direcionar e controlar a destruição como um fenômeno obediente à sua vontade por serem seguidores de Shiva. Não se trata de criar explosões arbitrárias, mas de ordenar à existência que entre em colapso em pontos específicos.
Nível 01-10: O semideus desperta o fluxo inicial de Rudra em seu corpo. A velocidade de ataque atinge Mach 34. Golpes físicos carregam indução destrutiva básica, fazendo estruturas frágeis entrarem em colapso interno. A potência de ataque situa-se no nível de quarteirão, com a destruição ocorrendo de dentro para fora, como se a matéria aceitasse sua própria ruptura.
Nível 11-25: A indução destrutiva torna-se consciente e direcionável. A velocidade de ataque alcança Mach 68. O usuário passa a escolher como a destruição se manifesta: fraturas, desintegração estrutural ou colapso progressivo. A potência aproxima-se do nível de múltiplos quarteirões, com impactos capazes de fazer regiões inteiras perderem estabilidade física.
Nível 26-35: O controle de Rudra se aprofunda. A velocidade de ataque sobe para Mach 102. A destruição deixa de depender apenas do impacto direto, propagando-se pelo alvo como uma reação inevitável. A potência já alcança o nível de pequena cidade, com a matéria afetada se desfazendo mesmo após o golpe inicial cessar.
Nível 36-50: A dança da destruição torna-se contínua. A velocidade de ataque atinge Mach 136. Cada movimento do usuário induz falhas destrutivas no ambiente ao redor, mesmo sem contato direto. A potência situa-se no nível de cidade, permitindo colapsar zonas urbanas inteiras por meio de cadeias de ruptura controladas.
Nível 51-100: O semideus passa a impor o conceito de destruição. A velocidade de ataque sobe para Mach 170. A indução não depende mais da resistência do alvo: estruturas, terrenos e defesas começam a falhar simplesmente por estarem dentro da área de influência de sua divina destruição. A potência alcança o nível de grande cidade, com destruição sustentada e direcional.
Nível 101-150: A velocidade de ataque chega a Mach 204. A destruição passa a ser seletiva, permitindo preservar áreas ou alvos enquanto tudo ao redor colapsa. A potência aproxima-se do nível regional, com falhas geológicas, colapsos de massa e destruição ambiental severa.
Nível 151-200: A dança do Tandava atinge escala elevada. A velocidade de ataque alcança Mach 238. O usuário passa a controlar vetores destrutivos, decidindo direção, intensidade e persistência da ruína. A potência situa-se no nível de pequena região continental, com destruição capaz de remodelar vastas áreas.
Nível 201-250: A indução destrutiva torna-se dominante. A velocidade de ataque sobe para Mach 272. A destruição passa a durabilidade física convencional, afetando a coesão fundamental da matéria. A potência aproxima-se do nível continental, com a capacidade de causar colapsos tectônicos direcionados e devastação prolongada.
Nível 251-300: No auge, o semideus alcança a quase-absolutização de Rudra. A velocidade de ataque atinge Mach 300. A destruição deixa de ser apenas um efeito e torna-se uma ordem existencial temporária. Tudo dentro da área afetada é forçado a entrar em estado de colapso inevitável, salvo aquilo que o usuário conscientemente preserva, uma vez que toda matéria, energia e força do plano material acabam sendo destruída. A potência alcança plenamente o nível continental, com controle refinado o suficiente para destruir um continente inteiro sem causar ruína desnecessária além do desejado.
Kāla-Saṁvara
Os abençoados por Shiva não reescrevem o tempo, mas impõem proporções de fluxo sobre ele pelo fato de seguirem o deus do tempo. Esta habilidade atua diretamente na velocidade cronológica, alterando a taxa em que ações, movimentos e fenômenos se desenrolam dentro de uma área delimitada. O tempo continua avançando, porém em ritmos forçados, sempre expressos como multiplicadores ou redutores claros.
Nível 01-10: O usuário passa a alterar o fluxo temporal em uma área equivalente a um quarteirão, podendo reduzir ou acelerar o tempo entre 0,75x e 1,25x. Movimentos inimigos tornam-se levemente mais lentos ou acelerados, enquanto ações próprias ganham pequena vantagem perceptiva. A habilidade dura apenas um turno, precisando de seis rodadas para poder reutilizar.
Nível 11-25: O controle se estabiliza e o alcance permanece em escala de quarteirão ampliado. A proporção temporal pode variar entre 0,6x e 1,5x, permitindo atrasos mais claros em ataques.
Nível 26-35: A habilidade passa a interferir em eventos contínuos. O alcance cobre múltiplos quarteirões, e o fluxo temporal pode ser comprimido ou estendido entre 0,45x e 1,8x. Agora a habilidade precisa de apenas cinco rodadas para voltar a ser utilizada.
Nível 36-50: O alcance atinge o nível de cidade pequena, com variação cronológica entre 0,3x e 2,2x. Zonas temporais estáveis podem ser mantidas, criando discrepâncias claras entre regiões internas e externas ao campo.
Nível 51-100: A autoridade temporal se expande para o nível de cidade grande. O usuário impõe fluxos entre 0,2x e 3x, tornando movimentos inimigos drasticamente lentos ou acelerando aliados a ritmos sobre-humanos, sem ruptura da continuidade temporal. A habilidade precisa apenas de quatro rodadas para ser utilizada novamente
Nível 101-150: A manipulação alcança escala regional. O fluxo do tempo pode ser regulado entre 0,12x e 4x, permitindo que uma área equivalente a pequeno país opere sob ritmos profundamente distintos. Torna-se possível utilizar a habilidade por até duas rodadas contínuas, onde cada rodada de uso fará com que a habilidade precise de três rodadas para poder ser reutilizada.
Nível 151-200: O controle torna-se opressivo e refinado. O alcance aproxima-se de uma grande região equivalente a um país mediano, com proporções entre 0,06x e 6x.
Nível 201-250: A habilidade atinge maturidade extrema. O alcance chega ao nível de grande país inicial, e a taxa temporal varia entre 0,02x e 8x. Passa a ser possível utilizar a habilidade por até três rodadas contínuas.
Nível 251-300: No ápice, Kāla-Saṁvara alcança seu limite de poder. O alcance é plenamente continental, e o fluxo cronológico pode ser imposto entre 0,005x e 10x. Continentes inteiros podem ser forçados a um tempo quase imóvel ou a uma aceleração esmagadora, sendo uma habilidade extremamente poderosa. Com sua maestria tão apurada, agora o tempo de recarga da habilidade é de somente duas rodadas para cada turno de uso.
Mahāvrata–Niyama
Os seguidores de Shiva conseguem, ao menos parcialmente, trilhar o poder dos tapas e do ascetismo em prol de uma nova capacidade, sendo então capazes de impor tapas divinos a si mesmos, onde podem abdicar voluntariamente de aspectos fundamentais de si, em troca de conseguir erigir leis temporárias que regem a si mesmo, os outros ou o espaço ao redor.
Nível 01-30: Estando no começo da habilidade, pode abrir mão de ações simples (correr, atacar primeiro, usar uma habilidade específica). Em troca, cria regras pessoais que seu próprio corpo passa a obedecer rigidamente (ex.: não errar golpes simples, não perder equilíbrio, não falhar em tarefas básicas) pela lei que se aplica na realidade, sendo neste caso uma lei de indução, onde aquilo torna-se o caminho inevitável da realidade. As leis só se aplicam ao próprio usuário, e acaba com que o ato de renúncia deve ter sido executado cinco rodadas atrás, com isso tudo sendo necessário para alcançar somente uma rodada de uso da habilidade. A lei se aplica na distância de um quarteirão.
Nível 31-60: O usuário pode abdicar de sentidos parciais (visão periférica, audição fina, percepção de dor) para impor leis técnicas sobre suas ações físicas (ex.: todo movimento segue a trajetória mais eficiente; toda defesa ocorre no instante correto). Não há diminuição no espaço de tempo de preparação necessário para a execução da lei ou aumento na duração da lei.
Nível 61-90: Abdicações mais severas (fala, mobilidade limitada, reação instintiva) permitem criar leis condicionais que se ativam sempre que certas condições forem cumpridas (ex.: sempre que o usuário for atacado, sua defesa se manifesta antes da consciência), ou seja, leis reativas, mas que acabam restritas ao que é físico, mostrando seus efeitos na velocidade de percepção do usuário quando as condições são cumpridas. As leis começam a ter efeito indireto sobre interações externas. A lei se aplica na distância de múltiplos quarteirões
Nível 91-120: Ao abdicar de um aspecto significativo (uso contínuo de um membro, emoção dominante ou iniciativa ofensiva), o usuário pode criar uma lei que afeta tudo dentro de uma área limitada (ex.: ninguém pode agir duas vezes seguidas; nenhuma ação ocorre sem preparação). As leis são claras, simples e não acumuláveis, e mais, apesar de agora ainda não conseguirem criar mais de uma lei, o espaço de tempo desde a renúncia até a ativação da lei é de apenas quatro rodadas.
Nível 121-150: O usuário pode abrir mão de conceitos internos como medo, urgência ou desejo de vitória. Em troca, cria leis de conduta dentro da área afetada (ex.: toda ação precisa ser deliberada; nada ocorre por impulso), mediando parcialmente a forma como alguém pode ou não agir. Nesse ponto, ainda que só possam criar uma única lei por vez, agora os efeitos desta se mantêm durante duas rodadas inteiras. A lei se aplica na distância de uma cidade.
Nível 151-200: Ao abdicar de algo irreversível durante a duração da técnica (um sentido inteiro, a capacidade de reagir emocionalmente ou o direito de recuar), o usuário passa a impor uma poderosa lei restritiva: quem tenta violá-las encontra falha automática ou negação da ação, uma vez que pela lei já estar impregnada na realidade, torna-se impossível executar o ato. Com essa evolução, a habilidade alcança um nível de maestria massivo, e assim o espaço de tempo desde a renúncia até a ativação da lei é de apenas três rodadas. A lei se aplica na distância de uma grande cidade.
Nível 201-250: Próximo do ápice da habilidade, ao abdicar de múltiplos aspectos centrais (movimento livre, escolha tática, conforto físico), o usuário pode estabelecer leis primárias que regem o espaço, como se fossem princípios locais da realidade (ex.: nada pode agir fora de sua função; nenhuma ação pode contradizer sua intenção inicial). Diante de tantas melhorias, agora o indivíduo se vê capaz de manter o poder da lei durante três rodadas inteiras.
Nível 251-300: No auge de sua maestria, o usuário abdica conscientemente de algo que define sua própria identidade naquele momento (liberdade total de ação, preferência pessoal, até a escolha de resultado). Em troca, ele cria uma lei temporária, simples e inequívoca, que tudo dentro da área afetada é forçado a obedecer, sendo mais uma lei restritiva que age sobre toda a realidade física naquele alcance. Agora, além da lei se aplicar pela distância de uma grande montanha em relação a atual posição do usuário e poder criar até duas leis, o espaço de tempo entre a renúncia e a ativação de cada lei será de apenas duas rodadas.
Obs: Válido ressaltar que as leis também afetam o usuário.
Parivartana Mahādeva
Shiva transforma porque o universo não desperdiça existência. Parivartana Mahādeva permite ao seguidor reorganizar estados, convertendo matéria, energia, forma ou condição em outra manifestação equivalente, sem criar ou eliminar conteúdo.
Nível 01-50: O usuário pode realizar transformações físicas diretas respeitando equivalência básica: sólidos, líquidos e gases podem ser convertidos entre si desde que o volume final seja compatível com a massa original. Mudanças simples de forma e composição são possíveis. A velocidade de ataque é de Mach 50.
Nível 51-100: A transformação passa a respeitar equivalência funcional. Propriedades internas como densidade, dureza, condutividade ou comportamento térmico podem ser alteradas desde que o custo energético seja compensado pela matéria envolvida. Velocidade de ataque Mach 100.
Nível 101-150: O usuário converte energia em matéria e matéria em energia de forma limitada, mantendo equilíbrio estrito. Energia cinética, térmica ou elemental pode ser estabilizada como estrutura material equivalente, ou matéria pode ser dissipada como energia de mesmo valor. A velocidade de ataque é de Mach 150.
Nível 151-200: A habilidade passa a atuar sobre sistemas vivos e complexos, reorganizando estruturas biológicas ou funcionais sem ganho líquido de massa ou energia. Capacidades podem ser redistribuídas, nunca amplificadas além do total disponível. A velocidade de ataque é de Mach 200.
Nível 201-250: O seguidor manifesta transformação estrutural sistêmica. Técnicas, campos, construtos e formações energéticas podem ser convertidos em outras estruturas equivalentes, desde que a soma de energia, estabilidade e alcance permaneça balanceada. A velocidade de ataque é de Mach 250.
Nível 251-300: No auge, qualquer manifestação de matéria, energia física, forma ou condição pode ser reorganizada em outra, desde que o balanço total permaneça inalterado. A aplicação é poderosa, tendo uma velocidade de ataque de Mach 300.
Mahadeva-Anugraha
A “Graça Divina do Grande Deus” é a habilidade da descendência de Shiva que permite com que estes indivíduos sejam capazes de acessar aos poderes divinos da aba dos divinos que são separados dos demais por serem formas ou avatares de Shiva.
Nível 01-50: Como dito na descrição da habilidade, ela consiste em ser um canal entre o usuário e os poderes de outros seres divinos derivados do deus em questão. Quando ativada, a habilidade fará com que o usuário possa usufruir dos poderes ativos de até nível 25 das páginas do panteão hindu que foram classificadas como "Formas e avatares de Shiva". Porém, nesse momento só são capazes de acessar um poder por turno através dessa habilidade, com isso também contando para o caso de resolver manter o poder ativo.
Nível 51-100: Com a evolução da habilidade, agora conseguem utilizar de habilidades ativas de até nível 35 por meio dessa habilidade.
Nível 101-150: Neste ponto, passam a conseguir utilizar usufruir agora de nivelações de até nível 50 por meio desta habilidade divina, com a diferença de que agora conseguem fazer uso de até duas habilidades por turno por meio da habilidade.
Nível 151-200: Chegando nesse ponto da habilidade, passam a conseguir usufruir de nivelações de até nível 100 por meio dessa habilidade divina, apesar de não haver um aumento no que se refere ao número de habilidades ativas que consegue usufruir por um único turno.
Nível 201-250: Próximos ao auge da habilidade, passam a conseguir usufruir até três habilidades por turno de outras páginas por meio desta habilidade divina, além de que agora podem também usufruir de nivelações de habilidades ativas de nível até 150.
Nível 251-300: No auge desta habilidade, tornam-se capazes de fazer uso de todas as habilidades ativas de nível até 200 das páginas do panteão hindu que foram classificadas como "Formas e avatares de Shiva"
Forma Destruidora
Uma vez que essa transformação é ativada, o semideus acaba por receber uma potência de ataque e durabilidade de nível lunar, assim como possuindo uma velocidade de combate de 500 mach, enquanto sua velocidade de viagem será de 200 mach, apesar da Zhūquè Zhī Yi agora lhe conceder uma velocidade de viagem de até 500 mach. Acaba ocorrendo que a habilidade Tandava Rudra torna-se absoluta, enquanto que a habilidade passiva Tirobhava torna-se quase absoluta.
Níveis 180-200: Dura 2 Rodadas. Uma vez usado, precisa aguardar três semanas em off para usar novamente.
Níveis 201-220: Dura 3 Rodadas.
Níveis 221-240: Dura 4 Rodadas. Uma vez usado, precisa aguardar duas semanas em off para usar novamente.
Níveis 241-260: Dura 5 Rodadas.
Níveis 260-280: Dura 6 Rodadas. Uma vez usado, precisa aguardar uma semana em off para usar novamente.
Obs: Pode ser usada três vezes por evento, sendo que após o nível 400 não possuem mais tal restrição. Quando no nível 400, conseguirão fazer uso destes poderes semi absolutos mesmo sem estarem transformados, e ao chegarem no 600 possuirão todas as capacidades da transformação sem a necessidade de se transformar.
ITEM DE RECLAMAÇÃO
Kāla-Ghaṇṭā
Kāla-Ghaṇṭā é um sino maciço, pesado e simples, sem adornos excessivos, um item de médio porte de durabilidade de grande planeta. Sua superfície apresenta marcas circulares semelhantes a ondas congeladas, como se o som tivesse sido solidificado. Não emite ruído espontaneamente, somente quando o usuário possui a intenção de o fazer. Sua intenção libera um som divino a mach 500, uma força que comandará a matéria, de forma que tudo aquilo que entra em contato com a vibração do som simplesmente explode por um controle material.
MASCOTE
Bhairava-Sūkṣma
Nível 01–50: Bhairava-Sūkṣma manifesta-se como uma pequena criatura espectral de forma animal indefinida, geralmente associada a um cão ascético ou felino magro. Sua percepção atinge Mach 50, permitindo detectar movimentos rápidos, intenções hostis diretas e alterações óbvias no ambiente. Atua como sentinela básica, reagindo instantaneamente a ameaças físicas simples.
Nível 51–100: A percepção do mascote se aprofunda, alcançando Mach 150. Ele passa a identificar deslocamentos antes mesmo de sua conclusão, antecipando trajetórias, ataques e mudanças ambientais sutis. Bhairava-Sūkṣma começa a perceber transições de estado, como o início de técnicas ou alterações energéticas.
Nível 101–150: Com percepção de Mach 250, o mascote passa a observar processos em andamento, não apenas resultados. Ele distingue intenção, execução e consequência como momentos separados, permitindo alertar o seguidor antes que uma ação adversária se concretize totalmente.
Nível 151–200: A percepção atinge Mach 350. Bhairava-Sūkṣma passa a enxergar descontinuidades, percebendo falhas, atrasos mínimos e instabilidades em técnicas, movimentos ou defesas. O mascote reage a eventos quase simultâneos como se fossem lentos.
Nível 201–250: Com percepção de Mach 450, o mascote observa cadeias completas de ação, desde a origem causal até o desfecho provável. Ele identifica eventos antes que se tornem irreversíveis, percebendo múltiplos desdobramentos possíveis de um mesmo instante.
Nível 251–300: No auge, Bhairava-Sūkṣma alcança Mach 600 de velocidade de percepção. O mascote percebe o mundo como um fluxo segmentado, onde ações, reações e consequências são claramente distinguíveis. Para ele, movimentos extremos, técnicas rápidas e colapsos repentinos ocorrem em sequência observável, permitindo vigilância absoluta sobre o campo ao redor do seguidor.

